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Explorador encontra cão de dois focinhos | ![]() |
Enquanto o primeiro focinho
fareja bombas ou narcóticos, o segundo fica cheirando as "partes
pudentas" dos outros cachorros.
Mas deve-se cuidar para que ele não faça como os dois cães farejadores da polícia tailandesa que foram demitidos após apresentarem um recorrente mal comportamento: a dupla urinava constantemente em bagagens e um deles chegou a "assediar sexualmente" uma mulher ao tentar cruzar com sua perna.
H.
*
Um explorador britânico, coronel John Blashford-Snell, encontrou um cachorro com dois focinhos em uma viagem recente à Bolívia.
A raça rara encontrada pelo explorador é o caçador de tigres andino de dois focinhos.
Segundo Blashford-Snell, que é presidente da Sociedade Britânica de Exploração Científica, o cão - que se chama Xingu - "não é muito bonito".
"Esta raça poderia ser usada para farejar bombas ou narcóticos devido ao seu olfato apurado", disse.
...
Fonte: BBC
Mas deve-se cuidar para que ele não faça como os dois cães farejadores da polícia tailandesa que foram demitidos após apresentarem um recorrente mal comportamento: a dupla urinava constantemente em bagagens e um deles chegou a "assediar sexualmente" uma mulher ao tentar cruzar com sua perna.
H.
*
Um explorador britânico, coronel John Blashford-Snell, encontrou um cachorro com dois focinhos em uma viagem recente à Bolívia.
A raça rara encontrada pelo explorador é o caçador de tigres andino de dois focinhos.
Segundo Blashford-Snell, que é presidente da Sociedade Britânica de Exploração Científica, o cão - que se chama Xingu - "não é muito bonito".
"Esta raça poderia ser usada para farejar bombas ou narcóticos devido ao seu olfato apurado", disse.
...
Fonte: BBC

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palavra light = 0% de assunto (11) | ![]() |
Queria eu perder-me no teu corpo, desviar-me
nas tuas formas, dançar na tua voz, transpirar no teu calor e
encontro-me aqui como numa viagem sem regresso, num caminho sem
espaço, num fogo que não se vê que arde.
Queria socorrer-me suavemente do teu corpo, das tuas carícias, estremecer os meus instintos em cada uma das tuas curvas e encontro-me aqui engasgado com uma palavra que ninguém me disse mas que não me sai da cabeça e desconsigo repetir em voz alta, martelando constantemente dentro de mim, num eco repetitivo como que a querer gastá-la para que perdesse significado e poder.
Queria, mas não ouço outros sons para além dos que me martelo insistentemente.
Queria socorrer-me suavemente do teu corpo, das tuas carícias, estremecer os meus instintos em cada uma das tuas curvas e encontro-me aqui engasgado com uma palavra que ninguém me disse mas que não me sai da cabeça e desconsigo repetir em voz alta, martelando constantemente dentro de mim, num eco repetitivo como que a querer gastá-la para que perdesse significado e poder.
Queria, mas não ouço outros sons para além dos que me martelo insistentemente.
Sanzalando
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A visitar...depressa...! | ![]() |
Um novo blog...um blog "dirigido" pelo meu
compadre "Farias" ; aqui fica a divulgação do teu
blog,amigo...
A visitar...depressa...!
Em... ...Companhia Internacional Amigos do
Capé...e esta,hein...!?
[ ouvindo mp3...Queen -
"Friends will be friends" ]
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Em vias de extinção... | ![]() |
O burro
; os burros.Uma espécie em vias de extinção...os "cotas"
como eu lembram a "quantidade" de burros que existia há 30
anos,hoje nem por isso ; por isso mesmo,todos somos poucos para
ajudar a que a espécie não se extingua.Aquela espécie animal assim
o merece.
No entanto e passe a ironia,de há 30 anos a
esta parte,a classe política tem andado a tentar criar um nova
espécie de burros...
Nós,os "novos burros",resultado de uma
metamorfose que a classe política criou,desenvolveu e a quam vem
procurado injectar,primeiro sistemáticamente,agora todos os
dias...
Quem nos ajuda a nós...?
[ ouvindo mp3...Pink Floyd -
"Animals" ]
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Livre por enquanto | ![]() |
Os LCD's,os telemóveis,os computadores...os cigarros,a droga,as
armas...já lá estavam ;
Agora,com o dinheiro do erário público,as
prisões em Portugal passam a ter preservativos...seringas e acido
cítrico...
A sala "de chuto"...? ...essa já lá está e
pronto ;
Pois...chamem-me o que quiserem,tratem-me
mal,digam que defendo a "segregação" dos presidiários,digam que não
sou humano...digam ;
Sou livre de ter opinião...é a única coisa que
me resta ( ...por enquanto... ).
[ ouvindo mp2...Roger
Daltrey - "I'm free" ]
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Cansa-me... | ![]() |
Cansa-me.A cada dia que passa fico mais
cansado do senhor Ministro da Saúde e das suas intervenções para os
"media" em tons de pessoa erudita e dona de todo o saber,da sua
forma directa de chamar burros a todos os Portugueses,até mesmo
aqueles que votaram nele ( ...ainda bem que não tenho problemas de
consciência,pois não votei nele...nem nele nem em nenhum dos
outros...em ninguém... ) e o elegeram para,em conluio com os
restantes fazer a me### que está a fazer...
Discursos demagógicos,anúncios de fecho de
urgências e centros de saúde,depois é o anúncio da renegociação
desses mesmos "fechos" com o "amén" de "alguns eleitos
locais",depois é o despedimento de médicos e sobretudo de
enfermeiros,depois é o acabar do vínculo a "três" anos que nas suas
doutas palavras de ministro,não é assim,o "pessoal" não
entendeu,era "três mais três" até...que vai passar a "seis mais
seis" até um ano o que é bem melhor...quando na verdade é três
meses e ponto final ; ele é taxas moderadoras e etc e
tal...enfim,um manancial de coisas boas para os Portugueses ( ...no
douto entender,do iluminado ministro... ) ;
Cansa-me.A cada dia que passa fico mais
cansado deste ministro da Saúde nos "passar",uns atrás dos
outros,atestados de "burrice".Somos todos burros e enfileiramos que
nem carneiros,não é senhor ministro...?
Isso é o que o senhor e os outros todos
julgam.Lá virá o dia...
Porventura o senhor ministro percebe o alcance
do que é mandar para o desemprego profissionais da saúde,com três
anos de contrato...com família constítuida,com obrigações a cumprir
em casa e carro e por aí adiante e sobretudo com impostos
pagos...?
Pois,mas tem que ser,dirá o iluminado ministro
"...e as outras profissões,os operários que vão para o desemprego,o
despedimento nas multinacionais,os reformados..." ; pois sim,senhor
ministro,mas isso é assunto para outra "matéria",não pertence a
esta "matéria" como é tão políticamente correcto dizer-se hoje em
dia..."matérias".
Precaridade...trabalho precário é o que isto é
e,não é de agora.Agora é só o colocor da "cereja no topo do
bolo".
Por acaso o senhor ministro sabe que há
Hospitais estatais que não têm verba para comprar "uniforme" para
enfermeiros e demais...? ...os profissionais têm que comprar e
levar ou pedir emprestado,sabia? ...ah mas isso faz parte da
globalização.Só que há uns mais globalizados que outros...
Que tal,começar por poupar nas reformas
chorudas que os senhores ministros e assessores conseguem no fim de
nos "depenarem" ainda mais...?
Que tal,começar por poupar na aquisição de
carros topo de gama para os...para os...para
vocês,ministros...pois...
Por tudo isto,o senhor cansa-me e faz parte de
um lote de "políticos",para os quais mudo de imediato de canal
quando aparece ou uma vez por outra fico "alidassim" a olhar e a
ouvir um "chorrilho" de...inverdades.É assim que se diz,não é? É
assim que está na moda...? Inverdades.
Cansa-me...cansa-me imenso a mim e á
esmagadora maioria dos Portugueses...
[ ouvindo mp3...Zeca Afonso
- "Grândola,vila morena" ]
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LAND ART four | ![]() |
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Polícia pára motorista barbeiro e descobre que ele é cego | ![]() |
Pelo menos
o cego não é surdo, pois ouviu a ordem
para parar.
H.
*
No começo, pensaram que o rapaz estava bêbado. Ao ver que ele não acertava o bocal do bafômetro, mataram a charada.
A polícia da Estônia, na região dos Bálcãs (Europa), parou um motorista ao ver que ele dirigia muito mal, ziguezagueando pelas ruas. Acharam que ele fosse mais um domingueiro ruim de volante ou que estava alcoolizado. Logo descobriram que o problema era ainda mais grave. Ele era cego.
O rapaz, de 20 anos, estava dirigindo na cidade de Tartu (sul do país), na manhã de domingo, seguindo as instruções de seu passageiro, um garotão de 16 anos.
...
Fonte: G1
H.
*
No começo, pensaram que o rapaz estava bêbado. Ao ver que ele não acertava o bocal do bafômetro, mataram a charada.
A polícia da Estônia, na região dos Bálcãs (Europa), parou um motorista ao ver que ele dirigia muito mal, ziguezagueando pelas ruas. Acharam que ele fosse mais um domingueiro ruim de volante ou que estava alcoolizado. Logo descobriram que o problema era ainda mais grave. Ele era cego.
O rapaz, de 20 anos, estava dirigindo na cidade de Tartu (sul do país), na manhã de domingo, seguindo as instruções de seu passageiro, um garotão de 16 anos.
...
Fonte: G1

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ORIGINALIDADE NAS NOTÍCIAS E SENTENÇAS ORIGINAIS ... | ![]() |
ORIGINALIDADE NAS NOTÍCIAS E SENTENÇAS
ORIGINAIS


Nem todos os jornais sabem enriquecer as
suas páginas com o que de mais curioso e original sucede pelas
diversas regiões deste nosso Planeta.
As agências de informação penso estejam abertas a todas e quaisquer publicações, portanto forneçam todo o género de notícias a quem as queira recolher e seleccionar. Mas é na selecção, talvez, que se pode reconhecer uma boa e tempestiva linha editorial.
Tudo isto são considerações sobre o muito que vou lendo, naqueles jornais cuja língua me é acessível.
E também são considerações para escrever sobre uma notícia que li, há dias, no jornal La Stampa, que muito me fez rir, divertidíssima, sobre as sentenças pronunciadas por um juiz de Painsville, Ohio: Michael Cicconetti.
É já famoso, nos Estados Unidos, pela originalidade e imaginação das suas sentenças. Transcrevo duas.
Três energúmenos, num restaurante, fizeram propostas indecentes a uma senhora que era um membro, incógnito, da polícia.
Foram processados e o juiz Cicconetti condenou-os, primeiro a 30 dias de prisão; em seguida, comutou-lhes a pena em “algo de mais fantasioso”: os três homens, alternadamente, deverão mascarar-se de frango – como se vê na foto – e permanecer, durante tês horas, diante do Palácio da Justiça local, com um cartaz: “Não existe nenhum Chicken Ranch na nossa cidade”.
Esta mensagem refere-se ao “World Famous Chicken Ranch”, um prostíbulo, no Nevada, onde a prostituição é legal.
Anteriormente, a uma pessoa que insultara um polícia, chamando-lhe suíno, condenou-o a estacionar na rua, com um suíno ao lado e o imprescindível cartaz: “Este não é um polícia”
***
Suponhamos que pudesse existir, em Portugal, um juiz que se assemelhasse ao juiz Cicconetti – pelo apelido, é de origem italiana e não me admiraria nada se oriundo de Nápoles, tal é o sentido do humor dos napolitanos!
Suponhamos que algumas das nossas figuras públicas tropeçassem em deslizes, incongruências e aberrações políticas (o que é sempre muito real); estivesse na lei processá-las por essas infracções (país da utopia!) e o Sr. Juiz, julgando as acrobacias dessas personagens, e também conhecedor da máxima que “o ridículo mata a credibilidade”, emitisse sentenças à Cicconetti!
Come sarebbe bello!
As agências de informação penso estejam abertas a todas e quaisquer publicações, portanto forneçam todo o género de notícias a quem as queira recolher e seleccionar. Mas é na selecção, talvez, que se pode reconhecer uma boa e tempestiva linha editorial.
Tudo isto são considerações sobre o muito que vou lendo, naqueles jornais cuja língua me é acessível.
E também são considerações para escrever sobre uma notícia que li, há dias, no jornal La Stampa, que muito me fez rir, divertidíssima, sobre as sentenças pronunciadas por um juiz de Painsville, Ohio: Michael Cicconetti.
É já famoso, nos Estados Unidos, pela originalidade e imaginação das suas sentenças. Transcrevo duas.
Três energúmenos, num restaurante, fizeram propostas indecentes a uma senhora que era um membro, incógnito, da polícia.
Foram processados e o juiz Cicconetti condenou-os, primeiro a 30 dias de prisão; em seguida, comutou-lhes a pena em “algo de mais fantasioso”: os três homens, alternadamente, deverão mascarar-se de frango – como se vê na foto – e permanecer, durante tês horas, diante do Palácio da Justiça local, com um cartaz: “Não existe nenhum Chicken Ranch na nossa cidade”.
Esta mensagem refere-se ao “World Famous Chicken Ranch”, um prostíbulo, no Nevada, onde a prostituição é legal.
Anteriormente, a uma pessoa que insultara um polícia, chamando-lhe suíno, condenou-o a estacionar na rua, com um suíno ao lado e o imprescindível cartaz: “Este não é um polícia”
***
Suponhamos que pudesse existir, em Portugal, um juiz que se assemelhasse ao juiz Cicconetti – pelo apelido, é de origem italiana e não me admiraria nada se oriundo de Nápoles, tal é o sentido do humor dos napolitanos!
Suponhamos que algumas das nossas figuras públicas tropeçassem em deslizes, incongruências e aberrações políticas (o que é sempre muito real); estivesse na lei processá-las por essas infracções (país da utopia!) e o Sr. Juiz, julgando as acrobacias dessas personagens, e também conhecedor da máxima que “o ridículo mata a credibilidade”, emitisse sentenças à Cicconetti!
Come sarebbe bello!
Alda M. Maia
![]() |
a porta | ![]() |

Quanto mais fé temos, mais temos que prová-la?
Quanto mais temos que provar, mais somos caridade, mais temos que
desculpar, aquiescer, suportar e assim vamos tomando por inteiro a
Cruz.
Jesus foi explícito: “Se queres, toma a tua cruz e segue-me.”
De princípio, vamos indo e de ‘boa fé’. Admirados com Jesus, com a doutrina, enlevados na Sua Pessoa e Palavra, sentindo-nos uns privilegiados; escolhidos, separados. Temos mil e uma promessas – para nós e para dar. Um Reino de justiça e paz.
Vamos levando, quase esquecidos de que antes, é a cruz – até às últimas consequências e fim.
Já não vamos a tempo de olhar para trás. Já a poeira do caminho nos tolda os olhos, o deserto nos seca a boca e o sofrimento sulca-nos a pele e nos imprime na fronte o Seu nome. Não sabemos outro… e embora assim, na hora amarga não queremos. Não O conhecemos mais, negamo-Lo. – Onde estás Senhor? A que viemos, que sentido faz?
A cruz toma o Seu lugar, aumenta na medida em que avançamos meio passo e damo-nos conta da responsabilidade que nos vai pesando. Esquecemos : «Não temais!». Não podemos, não sabemos mais ensoberbecer, irritar, ser-se magnânimo, se somos a própria cruz, se a temos cravada na carne! É ela a porta…
Derrubamos o cálice, enterramos as mãos na cara, caímos no chão chorando e suplicamos: caridade, Senhor!
A nossa capacidade vem de Deus. O Deus esquecido, desconhecido, do longínquo passado, vem e faz-Se febre em nós, ardendo-nos o corpo e a alma, no delírio de um sonho, do qual, ninguém acorda mais sem que contudo haja que fenecer.
Jesus foi explícito: “Se queres, toma a tua cruz e segue-me.”
De princípio, vamos indo e de ‘boa fé’. Admirados com Jesus, com a doutrina, enlevados na Sua Pessoa e Palavra, sentindo-nos uns privilegiados; escolhidos, separados. Temos mil e uma promessas – para nós e para dar. Um Reino de justiça e paz.
Vamos levando, quase esquecidos de que antes, é a cruz – até às últimas consequências e fim.
Já não vamos a tempo de olhar para trás. Já a poeira do caminho nos tolda os olhos, o deserto nos seca a boca e o sofrimento sulca-nos a pele e nos imprime na fronte o Seu nome. Não sabemos outro… e embora assim, na hora amarga não queremos. Não O conhecemos mais, negamo-Lo. – Onde estás Senhor? A que viemos, que sentido faz?
A cruz toma o Seu lugar, aumenta na medida em que avançamos meio passo e damo-nos conta da responsabilidade que nos vai pesando. Esquecemos : «Não temais!». Não podemos, não sabemos mais ensoberbecer, irritar, ser-se magnânimo, se somos a própria cruz, se a temos cravada na carne! É ela a porta…
Derrubamos o cálice, enterramos as mãos na cara, caímos no chão chorando e suplicamos: caridade, Senhor!
A nossa capacidade vem de Deus. O Deus esquecido, desconhecido, do longínquo passado, vem e faz-Se febre em nós, ardendo-nos o corpo e a alma, no delírio de um sonho, do qual, ninguém acorda mais sem que contudo haja que fenecer.



