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Explorador encontra cão de dois focinhos

Enquanto o primeiro focinho fareja bombas ou narcóticos, o segundo fica cheirando as "partes pudentas" dos outros cachorros.
Mas deve-se cuidar para que ele não faça como os
dois cães farejadores da polícia tailandesa que foram demitidos após apresentarem um recorrente mal comportamento: a dupla urinava constantemente em bagagens e um deles chegou a "assediar sexualmente" uma mulher ao tentar cruzar com sua perna.
H.

*
Um explorador britânico, coronel John Blashford-Snell, encontrou um cachorro com dois focinhos em uma viagem recente à Bolívia.
A raça rara encontrada pelo explorador é o caçador de tigres andino de dois focinhos.
Segundo Blashford-Snell, que é presidente da Sociedade Britânica de Exploração Científica, o cão - que se chama Xingu - "não é muito bonito".
"Esta raça poderia ser usada para farejar bombas ou narcóticos devido ao seu olfato apurado", disse.
...
Fonte: BBC


palavra light = 0% de assunto (11)

Queria eu perder-me no teu corpo, desviar-me nas tuas formas, dançar na tua voz, transpirar no teu calor e encontro-me aqui como numa viagem sem regresso, num caminho sem espaço, num fogo que não se vê que arde.
Queria socorrer-me suavemente do teu corpo, das tuas carícias, estremecer os meus instintos em cada uma das tuas curvas e encontro-me aqui engasgado com uma palavra que ninguém me disse mas que não me sai da cabeça e desconsigo repetir em voz alta, martelando constantemente dentro de mim, num eco repetitivo como que a querer gastá-la para que perdesse significado e poder.
Queria, mas não ouço outros sons para além dos que me martelo insistentemente.

Sanzalando


A visitar...depressa...!

Um novo blog...um blog "dirigido" pelo meu compadre "Farias" ; aqui fica a divulgação do teu blog,amigo...
A visitar...depressa...!
Em... ...Companhia Internacional Amigos do Capé...e esta,hein...!?
[ ouvindo mp3...Queen - "Friends will be friends" ]


Em vias de extinção...

O burro ; os burros.
Uma espécie em vias de extinção...os "cotas" como eu lembram a "quantidade" de burros que existia há 30 anos,hoje nem por isso ; por isso mesmo,todos somos poucos para ajudar a que a espécie não se extingua.Aquela espécie animal assim o merece.
No entanto e passe a ironia,de há 30 anos a esta parte,a classe política tem andado a tentar criar um nova espécie de burros...
Nós,os "novos burros",resultado de uma metamorfose que a classe política criou,desenvolveu e a quam vem procurado injectar,primeiro sistemáticamente,agora todos os dias...
Quem nos ajuda a nós...?
[ ouvindo mp3...Pink Floyd - "Animals" ]


Livre por enquanto

Os LCD's,os telemóveis,os computadores...os cigarros,a droga,as armas...já lá estavam ;
Agora,com o dinheiro do erário público,as prisões em Portugal passam a ter preservativos...seringas e acido cítrico...
A sala "de chuto"...? ...essa já lá está e pronto ;
Pois...chamem-me o que quiserem,tratem-me mal,digam que defendo a "segregação" dos presidiários,digam que não sou humano...digam ;
Sou livre de ter opinião...é a única coisa que me resta ( ...por enquanto... ).
[ ouvindo mp2...Roger Daltrey - "I'm free" ]


Cansa-me...

Cansa-me.A cada dia que passa fico mais cansado do senhor Ministro da Saúde e das suas intervenções para os "media" em tons de pessoa erudita e dona de todo o saber,da sua forma directa de chamar burros a todos os Portugueses,até mesmo aqueles que votaram nele ( ...ainda bem que não tenho problemas de consciência,pois não votei nele...nem nele nem em nenhum dos outros...em ninguém... ) e o elegeram para,em conluio com os restantes fazer a me### que está a fazer...
Discursos demagógicos,anúncios de fecho de urgências e centros de saúde,depois é o anúncio da renegociação desses mesmos "fechos" com o "amén" de "alguns eleitos locais",depois é o despedimento de médicos e sobretudo de enfermeiros,depois é o acabar do vínculo a "três" anos que nas suas doutas palavras de ministro,não é assim,o "pessoal" não entendeu,era "três mais três" até...que vai passar a "seis mais seis" até um ano o que é bem melhor...quando na verdade é três meses e ponto final ; ele é taxas moderadoras e etc e tal...enfim,um manancial de coisas boas para os Portugueses ( ...no douto entender,do iluminado ministro... ) ;
Cansa-me.A cada dia que passa fico mais cansado deste ministro da Saúde nos "passar",uns atrás dos outros,atestados de "burrice".Somos todos burros e enfileiramos que nem carneiros,não é senhor ministro...?
Isso é o que o senhor e os outros todos julgam.Lá virá o dia...
Porventura o senhor ministro percebe o alcance do que é mandar para o desemprego profissionais da saúde,com três anos de contrato...com família constítuida,com obrigações a cumprir em casa e carro e por aí adiante e sobretudo com impostos pagos...?
Pois,mas tem que ser,dirá o iluminado ministro "...e as outras profissões,os operários que vão para o desemprego,o despedimento nas multinacionais,os reformados..." ; pois sim,senhor ministro,mas isso é assunto para outra "matéria",não pertence a esta "matéria" como é tão políticamente correcto dizer-se hoje em dia..."matérias".
Precaridade...trabalho precário é o que isto é e,não é de agora.Agora é só o colocor da "cereja no topo do bolo".
Por acaso o senhor ministro sabe que há Hospitais estatais que não têm verba para comprar "uniforme" para enfermeiros e demais...? ...os profissionais têm que comprar e levar ou pedir emprestado,sabia? ...ah mas isso faz parte da globalização.Só que há uns mais globalizados que outros...
Que tal,começar por poupar nas reformas chorudas que os senhores ministros e assessores conseguem no fim de nos "depenarem" ainda mais...?
Que tal,começar por poupar na aquisição de carros topo de gama para os...para os...para vocês,ministros...pois...
Por tudo isto,o senhor cansa-me e faz parte de um lote de "políticos",para os quais mudo de imediato de canal quando aparece ou uma vez por outra fico "alidassim" a olhar e a ouvir um "chorrilho" de...inverdades.É assim que se diz,não é? É assim que está na moda...? Inverdades.
Cansa-me...cansa-me imenso a mim e á esmagadora maioria dos Portugueses...
[ ouvindo mp3...Zeca Afonso - "Grândola,vila morena" ]


LAND ART four





Polícia pára motorista barbeiro e descobre que ele é cego

Pelo menos o cego não é surdo, pois ouviu a ordem para parar.
H.

*
No começo, pensaram que o rapaz estava bêbado. Ao ver que ele não acertava o bocal do bafômetro, mataram a charada.
A polícia da Estônia, na região dos Bálcãs (Europa), parou um motorista ao ver que ele dirigia muito mal, ziguezagueando pelas ruas. Acharam que ele fosse mais um domingueiro ruim de volante ou que estava alcoolizado. Logo descobriram que o problema era ainda mais grave. Ele era cego.
O rapaz, de 20 anos, estava dirigindo na cidade de Tartu (sul do país), na manhã de domingo, seguindo as instruções de seu passageiro, um garotão de 16 anos.
...
Fonte: G1


ORIGINALIDADE NAS NOTÍCIAS E SENTENÇAS ORIGINAIS ...

ORIGINALIDADE NAS NOTÍCIAS E SENTENÇAS ORIGINAIS
















Nem todos os jornais sabem enriquecer as suas páginas com o que de mais curioso e original sucede pelas diversas regiões deste nosso Planeta.

As agências de informação penso estejam abertas a todas e quaisquer publicações, portanto forneçam todo o género de notícias a quem as queira recolher e seleccionar. Mas é na selecção, talvez, que se pode reconhecer uma boa e tempestiva linha editorial.

Tudo isto são considerações sobre o muito que vou lendo, naqueles jornais cuja língua me é acessível.

E também são considerações para escrever sobre uma notícia que li, há dias, no jornal La Stampa, que muito me fez rir, divertidíssima, sobre as sentenças pronunciadas por um juiz de Painsville, Ohio: Michael Cicconetti.

É já famoso, nos Estados Unidos, pela originalidade e imaginação das suas sentenças. Transcrevo duas.

Três energúmenos, num restaurante, fizeram propostas indecentes a uma senhora que era um membro, incógnito, da polícia.
Foram processados e o juiz Cicconetti condenou-os, primeiro a 30 dias de prisão; em seguida, comutou-lhes a pena em “algo de mais fantasioso”: os três homens, alternadamente, deverão mascarar-se de frango – como se vê na foto – e permanecer, durante tês horas, diante do Palácio da Justiça local, com um cartaz: “Não existe nenhum Chicken Ranch na nossa cidade”.
Esta mensagem refere-se ao “World Famous Chicken Ranch”, um prostíbulo, no Nevada, onde a prostituição é legal.

Anteriormente, a uma pessoa que insultara um polícia, chamando-lhe suíno, condenou-o a estacionar na rua, com um suíno ao lado e o imprescindível cartaz: “Este não é um polícia

***

Suponhamos que pudesse existir, em Portugal, um juiz que se assemelhasse ao juiz Cicconetti – pelo apelido, é de origem italiana e não me admiraria nada se oriundo de Nápoles, tal é o sentido do humor dos napolitanos!

Suponhamos que algumas das nossas figuras públicas tropeçassem em deslizes, incongruências e aberrações políticas (o que é sempre muito real); estivesse na lei processá-las por essas infracções (país da utopia!) e o Sr. Juiz, julgando as acrobacias dessas personagens, e também conhecedor da máxima que “o ridículo mata a credibilidade”, emitisse sentenças à Cicconetti!
Come sarebbe bello!

Alda M. Maia


a porta



Quanto mais fé temos, mais temos que prová-la? Quanto mais temos que provar, mais somos caridade, mais temos que desculpar, aquiescer, suportar e assim vamos tomando por inteiro a Cruz.

Jesus foi explícito: “Se queres, toma a tua cruz e segue-me.”

De princípio, vamos indo e de ‘boa fé’. Admirados com Jesus, com a doutrina, enlevados na Sua Pessoa e Palavra, sentindo-nos uns privilegiados; escolhidos, separados. Temos mil e uma promessas – para nós e para dar. Um Reino de justiça e paz.

Vamos levando, quase esquecidos de que antes, é a cruz – até às últimas consequências e fim.
Já não vamos a tempo de olhar para trás. Já a poeira do caminho nos tolda os olhos, o deserto nos seca a boca e o sofrimento sulca-nos a pele e nos imprime na fronte o Seu nome. Não sabemos outro… e embora assim, na hora amarga não queremos. Não O conhecemos mais, negamo-Lo. – Onde estás Senhor? A que viemos, que sentido faz?

A cruz toma o Seu lugar, aumenta na medida em que avançamos meio passo e damo-nos conta da responsabilidade que nos vai pesando. Esquecemos : «Não temais!». Não podemos, não sabemos mais ensoberbecer, irritar, ser-se magnânimo, se somos a própria cruz, se a temos cravada na carne! É ela a porta…

Derrubamos o cálice, enterramos as mãos na cara, caímos no chão chorando e suplicamos: caridade, Senhor!

A nossa capacidade vem de Deus. O Deus esquecido, desconhecido, do longínquo passado, vem e faz-Se febre em nós, ardendo-nos o corpo e a alma, no delírio de um sonho, do qual, ninguém acorda mais sem que contudo haja que fenecer.

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