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PS3-Team conquista 100 000 pontos | ![]() |

É um belo numero, quando estamos a celebrar o nosso 1º mês de existência.
Por coincidência também estamos no 100º lugar de total equipas que mais contribuiram até hoje.
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Portugal@Folding cai para 28º | ![]() |
O importante é continuarmos, como até aqui, e apelando a toda a gente para se juntar.
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Portugal@Foldind 50 milhoes de Pontos | ![]() |

Portugal@Folding, atingiu 50 milhões de Pontos.
"Chegamos ao importante marco de 50 Milhões (50.000.000) de pontos!
Parabéns a todos os que contribuem para a Portugal@Folding!
Keep Folding!"
Escrito por shello em 28 Junho 2007 - 17:54:44
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Ao estilo de Mac Gerdts | ![]() |
Outra conclusão a que
podemos chegar é que Mac Gerdts não cria jogos tipicamente
europeus. Não se afasta do confronto directo entre jogadores como
forma de alcançar os objectivos pretendidos. Aliás, é a guerra um
dos factores determinantes em cada um dos seus jogos. Apesar de ter
uma resolução algo minimalista, completamente desprovida de sorte
ou aleatoriedade, a guerra, o combate, está presente e serve para
se conseguir vitórias, em alguns casos, essenciais (Antike), para
se alcançar o cheque-mate.Tematicamente, os jogos de Mac Gerdts são
também muito bem adaptados. Se, por um lado, vemos temas
completamente diferentes em cada um dos seus jogos - Antike num
tema civilizacional da antiguidade e Imperial num estilo mais
especulação/economia em que o dinheiro é que conta para crescer -
por outro, reconheçamos que, em ambos os casos, os temas estão
muito bem associados às regras do jogo e, no caso de Imperial,
apesar da origem poder ser um pouco controversa e até, de alguma
forma, falaciosa (especuladores internacionais que trabalham na
sombra e que controlam os destinos de uma nação!), isso é bem
evidente na forma como os jogadores desenvolvem o seu sucesso.
Nomeadamente, as questões que ligam o dinheiro das nações com o
dinheiro dos jogadores.
Nesta reduzida análise
tentei encontrar elementos de contacto na obra (curta) do autor.
Muitos mais haverá que se poderiam acrescentar. O mais importante é
que Mac Gerdts é, claramente, um dos mais criativos e interessantes
autores de boardgames da actualidade e, perdoem-me os mais
puristas, tem um elevado grau "Wallaciano" nas suas criações. Não
em questões de equilíbrio e "polimento" dos seus jogos, aí acho
Gerdts muito mais acertado mas, sobretudo, nas questões que se
prendem com criatividade de mecanismos, utilização do tema ao jogo,
interacção entre jogadores, exploração de factores estratégicos
muito mais que tácticos e peso de jogo. Que conte muitos!![]() |
PS3-Team - 300 WU`s | ![]() |

...mais um troféu para esta Team
Hoje, subimos a produção, mantemos o 2º lugar de produção nacional, aproveito para informar que estamos a entrar nas 100 primeiras equipas que mais contribuiram no Portugal@Folding.
Iremos tb seguir de perto esta evolução.
continuem
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Jogo do Ano 2006 - Spiel Portugal | ![]() |
| Jogo | RJ | Mec | Prod | Tema | T/D | Total |
| Imperial | 2,64 | 3,60 | 3,15 | 2,75 | 3,88 | 16,01 |
| Perikles | 1,89 | 2,65 | 2,35 | 3,20 | 3,56 | 13,65 |
| Shogun | 2,14 | 3,10 | 3,70 | 3,65 | 3,25 | 15,84 |
Comentários..."Imperial foi a minha primeira escolha.
Não tendo entrado, logo à partida, para concorrer directamente como
Jogo do Ano, deixei-o pousar e percebi que ali estava um jogo do
catano! Muito denso, todas as decisões de todos os jogadores de
todos os turnos estão intrinsecamente ligadas. E tudo isto baseado
em 0% de sorte. Aleatoriedade existe, sobretudo se pensarmos na
forma como os acontecimentos se vão desenrolando. Apercebemo-nos
que a(s) jogada(s) dos nossos adversários podem trazer algo
favorável, ou não, para a nossa estratégia. Mas todos podem
conseguir facilitar essa estratégia. O rondel, essa maravilha de
mecânica só suplantada pela torre do Shogun (Wallenstein), tem de
ser muito bem trabalhado para se atingir os melhores resultados mas
nunca (sublinho nunca), se conseguirá encontrar uma estratégia
decorada que consiga sair sempre vencedora. A não ser que joguemos
contra test dummies. Sem dúvida, o melhor do ano"Paulo
Soledade"Longe vai o tempo em que eu jogava RISCO e já nesse
período de ignorância eu fugia a sete pés da Europa. Tinha muitas
fronteiras e era virtualmente impossível de defender. Meia dúzia de
anos depois, já longe da obscuridade volto a cruzar-me com um jogo,
muito diferente do anterior, mas com um mesmo denominador comum, a
impossibilidade de me defender numa Europa constantemente saqueada
pelos poderes invisíveis dos grandes magnatas. IMPERIAL é esse
jogo, um brilhante design de Mac Gerdts que eleva a um novo patamar
os jogos de estratégia politico-militar. O jogo é denso, pesado e
de difícil digestão. Exige aos jogadores uma atenção e astúcia
ímpares. IMPERIAL é claramente um peso-pesado. Apesar de não ter
sido uma das minhas primeiras escolhas para esta votação, é um jogo
que surge colocado no meu top10 para 2007. Não ganhou o meu
preferido, mas ganhou um justo vencedor."Luis
Costa
"O
jogo do ano é atribuído por 4 pessoas. Aliás neste caso três... ou
duas... questão de maioria, de democracia... de representação, de
intriga política, de guerra, cidades estado... mas não vamos por
aí. Quem foi o jogador do ano ? Simão Sabrosa ! nem mais... aqui no
blog ninguém apostou no Moutinho, no Liedson ou até no Quaresma ou
Lucho... É óbvio que o Imperial é um bom jogo.-Tem um bom nome:
Imperial ! (nada como Shogun ou Perikles - péssimos nomes)-Tem
componentes muito bons (acções-dinheiro-madeira e mais madeira...
impressionante)-Dura cerca de meia eternidade (fantástico para quem
gosta de fumar charutos) -O tema é uma pérola:Alguém que controla
acções de países de forma a controlar o governo e os destinos de
uma nação. Os mais facciosos chamam-lhe "lobyistas" - vai um
bocadinho de cuspo para ver se cola?-Os jogadores que controlam
umas nações têm que atacar outras e não podem controlar outras de
forma ao jogo resultar... esquisito? passo a dar a explicação que
os iluminados me deram: A Áustria e a Rússia na mesma mão são têm
que ser combatidas pela Alemanha e Itália. (a Alemanha e a Rússia
também chega para ganhar...) A Inglaterra e a França entretêm-se a
olhar uma para a outra. - hummmm... cheira-me a esturro ...-Tem uma
inovação fantástica e nunca vista:O rondel (espectacular ver como
qualquer jogador experiente consegue percebe-lo e combinar as
mesmas 3 acções -por vezes vem a 4ª- ao longo de 4 horas... - Ah
mas tem porraaaadaaaa ! ou então não... pelo menos a mecânica de
resolução de combates é original ...-No fim fica a sensação de
equilíbrio no jogo. A distância entre 1º e último nunca ultrapassa
a dezena de milhar de milhão. Mas o Simão é um bom jogador.Mas o
Perikles é melhor... ou Sócrates... ou péle... Imperial - ou uma
forma antikuada de dizer :Boring !"Nuno
Sentieiro
"Será que este foi o melhor jogo editado em 2006? Na minha
opinião e dos tive hipótese de experimentar eu digo que sim. Claro
que tínhamos outros candidatos. Shogun, Perikles, BattleLore,
apenas para nomear alguns, mas nenhum, na minha opinião chega perto
do Imperial.
No Imperial todas as decisões são relevantes. Tudo o que alguém faz tem uma implicação directa no nosso jogo, nem que seja indirectamente. A interacção é elevada ao extremo, apesar do jogo não ter guerra aberta. Claro que nem tudo são rosas. Ficar sem o controlo de 1 país pode ser aborrecido, e ficar a ver os outros jogar sem nada para fazer pode diminuir o interesse pelo jogo, mas isso são riscos que se correm, e que devem ser prevenidos. A guerra é também fundamental no final do jogo, para prevenir as taxations num país à beira da vitória. O jogo é, também, muito cooperativo, e deve ser entendido como tal. Se não existir cooperação, o país que vai à frente, dificilmente será apanhado… mas digam o que disserem, este é um jogo BRUTAL. Pode não ser muito inovador, dizem uns, mas o Rondel aqui funciona muito bem, e não é por ser algo que já foi utilizado antes, que não é original. Pelo menos eu penso assim.
Acho que o prémio está muito bem entregue. Foi a melhor surpresa do ano, e excedeu em muito as minhas expectativas."
Carlos Ferreira
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Assinatura PS3-Team | ![]() |
o vosso ID Network
Referência a Folding@PS3-Team com link ao Blog da Team
[url]http://foldingps3team.blogspot.com/[/url]
Para Foruns que aceite BB code nas assinaturas coloquem a assinatura oficial da Team no Portugal@Folding
site: [url]http://foldingps3team.blogspot.com/[/url]
[img]http://www.portugalfolding.org/fahsig/PS3-Team.php[/img]
Existe também um pequeno banner que o poderão colocar (copy/paste)
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Novos Membros PS3-Team | ![]() |
São eles; War Nurce e mark, desde já uma nota de Boas-Vindas em nome de toda a Comunidade.
Brevemente irei colocar os ID Network de toda a Team, para nos adicionarmos todos.
Cumprimentos a todos
rukap
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Spiel des Jahres 2007 | ![]() |
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BattleLore | ![]() |
Ambiente. O jogo desenrola-se num universo muito Tolkiano. As batalhas acontecem em cenários que representam a Terra Média e onde os jogadores podem combater não só com humanos, como também com elfos, anões e mesmo algumas criaturas fantásticas, como a Aranha Gigante.
Para quem já jogou jogos como o Commands & Colors ou o Memoir não terá grandes dificuldades em se ambientar. Os nossos combatentes são divididos em infantaria e cavalaria sendo que nestes podemos ter as variantes de humanos, elfos e anões. Depois existem ainda as criaturas fantásticas – Aranha Gigante, Elemental da Terra e o Gigante das montanhas.

Uma das principais diferenças deste jogo para os seus “familiares” é a variante de magia. Os jogadores vão acumulando Lore, e cartas de efeitos mágicos, que poderão utilizar em determinadas situações de jogo.
Montar o arraial… O jogo disputa-se num cenário predeterminado, onde as forças são colocadas no terreno conforme o cenário em que esse joga. Estes cenários podem também conter outros factores que influenciam o jogo, como florestas, montes, pântanos ou rios. O tabuleiro é dividido em 3 zonas, Ala Este, Ala Oeste e Centro.
Após o cenário montado e as forças dispostas no terreno, cada jogador possui um determinado número de cartas de comando. As cartas de comando podem ter variadas funções, como mover várias unidades numa zona específica, mover as unidades ligeiras, pesadas ou médias, mover unidades nas alas, etc. A forma como as unidades se mexem e onde se mexem deve ser utilizada de uma forma cautelosa e o seu posicionamento deve ser estrategicamente pensado consoante as cartas que temos na mão, pois poderemos chegar a um ponto em que não temos cartas de comando apropriadas para as acções que queremos executar no tabuleiro.
Vitória. Quando uma unidade é totalmente exterminada – originalmente as unidades têm 3 a 4 elementos – o jogador adversário fica com o nosso porta-bandeira. Esta é a forma de obtermos Pontos de Vitória. Assim, e consoante o cenário que estamos a jogar, quando um jogador atinge os pontos necessários, este é considerado o vencedor.
No final de cada turno, os jogadores reabastecem a sua mão com o número de cartas de comando utilizadas, e têm a opção de ir buscar 0, 1 ou 2 cartas de Magia, sendo que se optarem por ir buscar 2, apenas conservam 1 na mão. Dependendo dessa opção, adicionam Lore ao seu “penico”. 2 Lore caso não vão buscar carta nenhuma, 1 no caso de 1 carta e 0 no caso de ir buscar 2 cartas.

Its MAGIC… É aqui que surge a magia. Durante o turno, os jogadores podem jogar cartas de magia, caso tenham Lore disponível para o fazer. As cartas podem ter variadíssimas acções e são um garante de maiores probabilidades de vencer uma batalha, ou de movimentar as suas “tropas” mais facilmente. Esta componente da magia dá uma maior imprevisibilidade ao jogo e é uma forma de o tornar, também, mais emotivo, pois nunca se sabe o que o adversário poderá fazer surgir da sua varinha de condão.
Wanna fight… As guerras são uma constante, afinal os bárbaros da Terra Média viviam para e disso mesmo. Aliás, é também por esse motivo que se monta este jogo. As guerras são o que são, e os dados são os únicos com olhos, em terra de cegos. Por muito bem dispostas que estejam as tropas, se os dados não quiserem, a guerra será sempre em vão. No fim as coisas acabam por equilibrar, eventualmente, mas perder algumas batalhas pode ditar o fim da guerra.
Apreciação Geral: Para quem se define como um EuroGamer este é um jogo que acaba por ser uma agradável surpresa. Os dados estão lá, que estão… Mas sinceramente custa-me menos perder uma guerra aqui por causa dos dados, que num Perikles, por exemplo. Aqui são os dados que mandam, e no fim quem tiver os dentes mais afiados é que ganha, mas na guerra também não é sempre aquele que tem o melhor e maior exército que ganha, que o diga este aqui.
Jogar o jogo com as figuras pintadas cria logo outro impacto (Obrigado Pombeiro). Nunca joguei o Memoir, mas já experimentei o Command & Colors e acho este um jogo melhor. Nota: 7. Claramente a repetir. Não compro, por falta de companheiros para jogar, e de inércia e inépcia para pintar as figurinhas, mas jogarei certamente das próximas vezes que seja convidado, e recomendo a todos os que têm um companheiro para jogar este tipos de jogos, que o comprem. Não ficarão arrependidos.


