Ocorrências de imagens
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poesia brasileira | ![]() |
A profundidade do assombro radical indetermina a nuvem rítmica do LEOPARDO onde a condensação visível das origens míticas fragmenta e esculpe velocidades às várias superfícies da Tematização/HOMENAGENS . A liberdade deslustra as fontes do cavalgamento ao decifrar o simulacro-intérprete dos mistérios que aparelham alucinadamente a fantasmagoria epidérmica do universo antropológico.
As pulsações metafóricas do POETA CLAUDIO DANIEL são biologicamente polidas pela estremeção incomensurável das ciências da ELIPSE CIVILIZACIONAL onde a precipitação das (DES)CONTINUIDADES identifica intrinsecamente o atravessamento da centralidade antidiscursiva.
A mancomunação dos eixos do absorvimento/sentidos cortam as impressões da composição, arquitectando as imagens da mutualidade e convertendo a habitação contínua da comunicabilidade em interposições fortemente líricas (OU incorporando o desregramento/dinamite no desejo das CONSTELAÇÕES CULTURAIS).
CLAUDIO DANIEL harmoniza os microambientes da pluralidade através do estonteamento da desintegração como se a organização da infrasombra flexibilizasse outra sombra-fragmento entre a pulveralização do sítio fractal.
A demarcação do apegamento vivificante dos confrontos monumentaliza a sombra-incendido-oriente-ocidente geradora da lógica cartografante e multidimensional.
A morfologia do LEOPARDO invoca a atmosfera cosmológica que constrói a plasticidade da direcção da sombra polinizadora/fractalizadora como uma interferência representativa duma cidade-poema, pois os albergues das matizes diversificam metamorficamente as áreas- fenda a fenda. ESTA espontaneidade acciona as emboscadas sensoriais que constituem as alcançaduras mutantes dos poemas.
A FLUIDEZ do descobrimento de rigorosas coordenadas biografa as rotas geográficas das encerebrações como se a sombra corporificasse e reanimasse as triangulações do POETA/LEOPARDO. O POETA capitaneia a catástrofe definidora da composição- sombra-a-sombra : motor das redes neuronais ou das microcirculações dos LEOPARDOS EM ALTERNÂNCIA com as hélices energéticas da recursividade das talhadeiras que singularizam as texturas da territorialização anti-discursiva . Será a sombra do leopardo a descodificação unificadora dos vestígios inter-hmisféricos da coreografia poética ou a geometria variável da imaginação instrumentalizando os territórios utópicos das linguagens. A radicalidade POÉTICA DE CLAUDIO DANIEL desregra as divisibilidades dos MAPEAMENTOS onde a expansão apocalíptica alimenta a desarrumação do interface sombra-luminescência para fertilizar o caos do poeta e o poeta potencializará outra conflagração caológica.
RONALD POLITO instala a intumescência interactiva do aparelho silencioso para projectar a ascendência do hibridismo-limite do confessionalismo . Atribui às unidades silenciadoras da permeabilidade linguistica o ardil imagético que intercede nas complexidades do assentimento “agramatical”. POETA da miragem e da sugestividade das alegorias ,burila e redescobre o tremor firme da insubmissão, construindo transferências magnetizadoras até às reconstruções da raia instantânea. RONALD ultrapassa as portadas da densidade com entrelaçadas formulações e difunde singularmente a desfocagem dos extremos para centrar os seus batimentos como uma espécie de babel perfomativa . A presença das plurissifignificações nos mecanismos textuais reforça a densidade bifurcada do autor “ de passagem” e de”terminal” reforçando a oscilação das arquitecturas multipolares das colónias semânticas que optimizam os micro-cursos do engenho libertário. ESTE GRITO (que também poderá ser “ reminiscência-acopladora” do pintor Edvard Munch) ATRAVESSA simultaneamente os campos da materialidade arrebatadora e as correntezas das metamorfoses excêntricas do corpo, como se as estratégias da complementaridade criadora intensificassem os riscos da linguagem labiríntica. RONALD agrega OS DESLOCAMENTOS anfibológicos das figuras do corpo para excitar o ataque da mutabilidade arqueológica das imagens que estruturam a presença proprieceptiva do dualismo fugacidade/vida. Estas TRANSPOSIÇÕES poderosamente balanceadas nas subunidades da arborização/corpo impulsionam a cosmogonia onde “pelo corpo” a interactividade/turbulência de DONIZETE GALVÃO/POLITO TRANSFORMA-SE numa eito propulsor de multivariáveis periocidades: atmosferas poeticamente membranares a oscilarem par a explosão das composições singularizáveis. ESTES dois Poetas alfabetaram o caos através dos acrescentamentos das catástrofes do corpo e actuaram nas malhas das instalações experimentais porque tinham urgência na identificação dos centros para amoldarem o desejo da espiralidade .
ADEMIR ASSUNÇÃO CONVOCA o confronto da reintegração cinematográfica inovando as polifonias e as intermitências das plasticidades entre a volatilidade sanguínea da insatisfação, evidenciando simultaneamente a miscigenação. A SUA espacialização subvertedora DEFINE a singularidade da confabulação explosiva e a intensidade dos planos mutáveis e trágicos das multilinguagens, quer sejam cosmopolitas quer sejam perturbadoras sonoridades indígenas ou mesmo transmutações das essências paradigmáticas da fenomenologia:vanguardismo/ancestralismo/espiritualidade/fotograma ácido.
O POETA-MÚSICO ADEMIR ASSUNÇÃO cadencia a extrema actividade da ZONA BRANCA num sintoma indispensavelmente guerrilheiro e fulgurante, consubstanciando a livre crescença poligonal nas dicotomias sonho/real; liberdade/cárcere. ADEMIR confirma o deslocamento cáustico ,reforçando a materialidade da frontaria assombrosa e sequencial, onde os efeitos sonoros desagregam o artesanato da conformação espácio-temporal interpenetrando na desmontagem da urbanidade. Esta altercação resgatadora das ascendências malditas transgride libertadoramente a multidão hodierna como um veneno a multiplicar a violência morfológica e metonímica das palavras.
ADEMIR ASSUNÇÃO CLAUDIO DANIEL RONALD POLITO investigam fenomenologicamente a esfericidade da solidificação espácio-temporal onde a desintegração dos encadeamentos fantasmagóricos fluidifica o desassombro perfomativo para uniformizar a linhagem do receptáculo visual das circularidades é aqui que os extremos e os confins salientam a adjacência da experimentação radical.
A potencialidade da pegada das dissonâncias demarca a efervescência do desvairamento: sinais da proliferação das possibilidades laboratoriais que se autofecundam sobre O ESMALTE polifónico e dissemelhante do mundo.
Os movimentos das excentricidades destes POETAS extravasam as concepções verbais para desacorrentarem as espécies cartografadas do enraizamento porque a percepção consagra a corrente imensurável dos planos implosivos.
CLAUDIO, ADEMIR E POLITO caminham na CONDENSAÇÃO dos seres labirínticos mudando construtivamente a inclinação flagrante das imagens para aperfeiçoar o sistema fortificante e inaugurador das volubilidades das articulações/palavras/erectas/horizontais. A liberdade destes POETAS investe sobretudo no anti-discursivismo e ostensivamente desfoca a presentificação das hélices axiomáticas, desdobrando as arenas modelizáveis para apelarem às oscilações das espessuras e às metáforas da volatilização. Estas descodificações germinam na obscuridade/cinematografia dos sentidos :- combinação fervente e reconquista parcelada da perfomatividade.
As consagrações musicais/mitológicas/existencialistas são biografadas na complexificação do organismo simbiótico como uma projecção da intercorporalidade ou uma metalinguagem a decifrar uma superfície do planeta-poeta-planeta-palavra para atear as multicentralidades imaginárias entre as contexturas desautomatizadas que disseminam libertadoramente as reescritas.
Os poemas destes POETAS transplantam a consanguinidade e o frémito imunológico desnatura-se como um corpo hospedador a emular-se na fractalização dum jogo criador onde os maquinismos da insatisfação concentram os silêncios dos compartimentos para mundializar a lâmpada da resistência entre a consciência do insulamento e a engrenagem dos detalhes. AQUI “nestes compositores” há uma manifestação celular a transmitir as habitabilidades da observação-ideia-.experimentação onde os cristais proliferam sobre a conflitualidade dos oxímaros formando outros triângulos da complementaridade conceptual.
A estrutura semiológica transparece na navegabilidade caleidoscópica e o seu secretismo ascende no corrimento dos signos como uma movimentação descomunal a interpretar os interfaces do contraveneno topográfico
As arcaduras polissémicas ilustram a escuridão das balanças potenciadoras das transladações hermenêuticas onde outras sombras-limites deslindam os entrelugares rítmicos das bússolas remotíssimas dos POETAS.
O desconcerto das rotas dos POETAS CLAUDIO DANIEL, RONAL POLITO E ADMIR ASSUNÇÃO indetermina a omnipresença do imaginário e a neutralização desmultiplica-se no cerco arqueológico da fractalidade como o curso da gestação a escorar o abalo atlético das metamorfoses, criando vantagens infindáveis na heterogeneidade das linguagens. APOSTAM em diferentes sombras-filosóficas para incitarem a catástrofe da luminosidade , a corpulência das fábulas e a exuberância absurda da tragédia humana. Todas estas incorporações fertilizam a desterritorialização das entidades dos relâmpagos, polvilhando geograficamente a operatividade germinativa do fractal-corpo-POETA onde a flutuação topológica dos flashes infinitos autoperpetua a praticabilidade combinatória do desassossego.
Os signos precursores dos contágios das palavras-leopardo-de passagem-zona branca perspectivam a dominação conceptualizadora das zonas-cosmos que recolocam a excitabilidade do poema na imaginação antropomorfa fraccionando a sombra contaminadora : - terminal-cinematologias-felídeos- para aproximar as ideias na extensão da pesquisa da humanidade. Aqui a dimensionalidade inventaria a mecânica gravitacional da experiência como uma fundição anatómica a organizar o desempenho das forqueaduras- alucinação-textos
O arrebatamento da IMPREVISIBILIDADE alucina o próprio abismo das TRÁGICAS ZONAS BRANCAS/CINEMITOLOGIAS , dos caleidoscópicos LEOPARDOS e das articulações verbais-estrelantes do TERMINAL/DE PASSAGEM, como um sorvedouro transformador do tempo . A incandescência do calibre destes armamentos-poemas invade a investigação da mobilidade-palavra descentrando o lúzio da fractilidade Aplicar a estabilização da colheita-palavra no prenúncio genesíaco das interlocuções entre os espelhos e a actualidade é dissecar a mudança na agitação das descontinuidades porque a complexidade da nuvem poema/urbanidade/passado, estrutura o encadeamento interactivo dos desconhecidos olhares das multisombras que os felinos-POETAS descrevem entre a variabilidade constitutiva do texto
CLAUDIO, ADEMIR E RONALD ABRAÇAM a navegabilidade que difunde as flechas cartográficas das metáforas ou o físico insubordinado das metáforas das metáforas; travessia inesgotável dos acenos depuradores dos pêndulos das loucas possibilidades.
A parcelarização das evocações é causadora das praticabilidades desconhecidas como um curto-circuito a iniciar um plano homocêntrico sobre a participação salomónica da linguagem. HÁ um vértice hiemal a comparar os circulos iniciadores dos sentidos que aproximam os abismos da homocentricidade como a resistência construtora de espécies a decifrar a espiralidade do entressonho . ESTA voltagem criativa destes POETAS SAMPISTAS circula nas micro-arquitecturas-GRAFITES da procura do desconhecido reabsorvendo o alongamento multicelular da hermenêutica.
A complexificação vascular dos textos-PAULISTANOS articula as transições rotadoras dos sentidos, cooperando com os princípios libertadores doutras espirais para avivar o aperfeiçoamento fecundante da teia metamórfica .
A GERMINAÇÃO REINAUGURADORA E RENOVADORA dos sentidos DOS POETAS desemaranha a diferenciação da espiral , esta interpreta a poeticidade do pré-lugar como a energia do estrondo a coabitar na plasticidade do tempo. “ O TEMPO ESSE GRANDE ESCULTOR” YOURCENAR.
Luis Serguilha
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Fra Angélica em Montemor-O-Vejo | ![]() |
Do atento, nestes dias.
Despachar algumas artroses mentais, por reunião em rola barca, um carro de máxima demografia, algumas bioenergias não aproveitadas para a velocidade, A14. Não sei se o Manuel Azevedo, parágrafo residente do livro, chegou a perceber que estava noutro sítio, enquanto o Salviano Ferreira nunca tirava da testa clandestina os seus óculos de cabelo. Ouvi, com o Alexandre Teixeira Mendes, o reboliço do Aurelino Costa no seu enfiar num dos buracos das ruínas com águas de mangueiras equilibradas na distribuição aos peregrinos vegetais. Tínhamos entrado no Castelo, para mim era entrar na secondlife, já a Ana de Sousa e o David escorregavam pela calçada com fome do que estava a chegar. A grande revelação de Montemor passeava-se nos verdes e pedras da sala de chá. Falámos muito com esses três reveladores, de distintas tisnagens e absoluta tranquilidade. Aurelino dedicou-se mesmo ao amor com um desses felinos e abriu a goela para uma série de fotografias que nunca veremos, espero eu, como identidade não-nipónica. Enfiámo-nos pouco mais tarde nas cesuras das muralhas até ao rés-do-chão da praça onde o miguel nos aperitivou com a saliva da estranheza do imenso vazio das casas sem gente. Aguentámos o embate até debaixo da ponte onde nos moemos demasiado tempo, porém ali estava Sandra Costa e o seu extraordinário brilho que me consumiu de imagens de corvos acutilantes.
Havia que reconhecer que todos estávamos lesionados. Pelo desaire da nossa existência. As libertações orgânicas tinham um efeito chalupa sobre os mausoléus dos crentes em metáforas caninas. Tudo a comer, tudo a comer. “Quem não conhece a ruína nada sabe da vida”, disse-me angélica num texto que se me enfiou nos ouvidos à entrada para a sala B. Levava o corpo e uma extracção de água. Ao 3º embate – neste interim os embates são designados por performances – já angélica se desfazia do código biográfico para explicitar autobios. O cavalo; o portento cavalo; “o mais importante é ter alma de cavalo” confiou-me artaud que viajara nas malas. Os últimos 4 minutos videográficos deste 3º embate ainda me vivem na cabeça, é uma paixão lento-fulminante de que nenhum dedo dos meus pés se atreve a abstrair. Angélica Liddell entrou nos meus pés, os meus pés pertencem-lhe. Poderei dar-lhe ou devolver-lhe os pés. Depois do mar, aquele mar com litoral de osso.
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EXCLUSIVO: André Penteado poderá ser um dos próximos moranguitos | ![]() |
É este o perfil de um dos possiveis moranguitos! Não percas mais novidades ;)
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Nuno Pardal: “Estar em simultâneo em duas novelas que estão em exibição é um pouco esquizofrénico.” | ![]() |
“É uma imagem totalmente diferente. Nem sei se as pessoas me vão reconhecer assim”, explica Nuno Pardal antes de assumir que “estar em simultâneo em duas novelas que estão em exibição é um pouco esquizofrénico”. Regressado do Brasil há menos de três semanas, Nuno Pardal mostra-se ansioso para ver como ficou o final de ‘Paixões Proibidas’ enquanto veste a pele de Lucas em ‘Chiquititas’: “Estou ansioso por ver isso.
No Brasil não tive tempo para ver a imagem final. Houve uma parte em que deixei de aparecer porque estava preso em Portugal, por isso não cheguei a ver as minhas cenas lá e agora estou à espera de ver o regresso do Estevão ao Brasil. Acho que vai ser engraçado ver duas imagens tão diferentes.” Definido-se como “um camaleão”, Nuno Pardal está também entusiasmado com o trabalho dirigido ao público infantil: “Faço teatro desde os 16 anos e, dos 17 aos 20, o que fiz foi teatro infantil.”
O actor teve apenas três dias para abandonar o personagem que fazia em ‘Paixões Proibidas’ e vestir a pele de Lucas em ‘Chiquititas’.
Fonte:CM
Autor:João C. Rodrigues
Nuno Pardal, participou em Morangos Com Açúcar na 1ª Série de Verão, em 2004, e interpretou o papel de Gui, em que trabalhava no aldeamento.
:)
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S. Miguel, um património histórico multiusos | ![]() |

Hoje fui à fortaleza de S. Miguel, actualmente Museu Nacional da História do Exército (ex-Museu Nacional das Forças Armadas). À porta, o Cão. Diogo Cão, é claro!
Para além de museu, o velho forte, que há séculos observa o oceano e as transformações do espaço circundante é agora: passerele de desfiles de moda; local eleito para sumptuosas festanças com e sem fogo de artifício; palco de "inventos" de alta visibilidade.
Engraçado... tudo isto sob os olhares (des/a)gastados das (ante)passadas "estrelas da história de Portugal" que, desde a independência, moram no pátio de entrada da fortaleza.
Azulejos? Sim, havia... duraram mais de quatrocentos anos, mas nos últimos trinta o "maldito salitre" apareceu de repente. Valeu-lhe a utilidade de vir desculpar o estado lastimável em que se encontra o que resta dos paineis azuis e bracos, verdadeiras fontes históricas.

(Tirei esta foto em 2006. Era um dos três únicos painéis que estavam completos. Hoje, só encontrei metade)
Boa(s) notícia(s): Vão recuperar os painéis de azulejos. Já localizaram, na Torre do Tombo, imagens dos originais. Também vão fazer um restaurante de luxo, lá, na fortaleza...
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A respeito de Faunas... | ![]() |
http://www.youtube.com/watch?v=uhbxN4NO38k
E a agora o nosso espaço de culinária sueca...
http://www.youtube.com/watch?v=QCJLCc8DRrk
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Comissão de Ética vai discutir gesto obsceno feito por assessor de Lula | ![]() |
H.
*
A Comissão de Ética Pública, vinculada à Presidência da República, vai discutir os gestos obscenos feitos por Marco Aurélio Garcia, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O órgão não tem poderes punitivos, mas faz recomendações sobre a posição a ser assumida pelos servidores federais. As imagens já estão na internet, na página do site YouTube.
...
Garcia foi flagrado ontem fazendo um gesto obsceno dando a entender que comemorava a suspeita de o Airbus-A320 da TAM ter apresentado um defeito mecânico antes de ocorrer o acidente em Congonhas. A informação sobre a falha na aeronave foi divulgada pelo "Jornal Nacional" e o ministro assistia à reportagem.
...
Fonte: Folha Online

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TAMBÉM SINTO-ME TRISTE.... | ![]() |
Amigos, venho me sentindo muito triste com a vida, o mundo, as pessoas, e às vezes aquela sensação de decepção precisa ser extravasada, embora a disposição seja passar somente alegria! Nos meus momentos insones e de reflexão, encontrei estes textos, que combinaram com algumas imagens dos meus arquivos e com meu estado de espírito!
Vou dividir com vocês, desculpem por isto, mas os amigos sempre nos ouvem...
Daqui a pouco ou amanhã tudo volta ao
normal, e eu tambem... A tristeza, às vezes, faz parte de nossas
emoções necessárias!!! E eu, como todo mundo, fico triste...
Obrigada pela ajuda, e sejam felizes
sempre....!!!
"Dê uma trégua
!..."
Chega, dona tristeza
"Vá baixar em outra freguesia "
Dê uma trégua , por favor
Não me deixe nessa agonia !...
Eu tinha certeza que, na próxima luta,
Você não mais me venceria
Que os meu passos e os meus sonhos
Você não mais conduziria !...
Mas agora que estamos frente a frente
Aconteceu o que eu mais temia
Não sou tão forte quanto pensava
O medo de sofrer é que me iludia !...
Mena Moreira
Juiz de Fora , dezembro de 2006

A DOR DE UM CORAÇÃO!!!
Talvez
hoje eu nada sei...
Nas cruzadas por onde andei...
Já não sei o que plantei...
Se amores tão presentes...
Ou amantes tão distantes...
Hoje choro pelo tempo que passou...
Hoje choro por tudo que não vivi...
De nada me arrependo...
Dos sonhos que criei... Que sonhei...
Que planejei e que também vivi..
A dor de um coração...
Viajo em meu mundo tentando entender...
As razões deste abandono...
Coração sagrando...
Olhos lacrimejando...
É assim que hoje vivo...
Com esta dor que não quer passar...
Hoje talvez mais uma vez...
Decepcionada magoada...
Vou tentando sobreviver...
Tentando entender onde errei...
Ou realmente nasci só para amar...
E nunca ser amada como queria ser...
Tome cuidado não se apaixone...
Apenas ame e viva o amor...
Pelo tempo que durar...
(Vania Staggemeier -07/02/2006)

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Acidente da TAM | ![]() |
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Portugal: a cultura do pato bravo. | ![]() |

'Os vestígios e as estruturas' [ver abaixo] como esta, estão em risco. Neste caso concreto, a capela do MNAA, pouco mais de um ano volvido da fotografia, parecem existir infiltrações e parcial desabamento do tecto da capela, que teve de ser encerrada e não foi incluída na apresentação das renovações levadas a cabo este ano no MNAA [e mesmo assim sem grande apoio público, sendo grande parte das obras financiada pela própria construtora civil conhecida da directora do MNAA].
Enquanto isso, constroem-se estádios e planeiam-se aeroportos.
Candida HÖFFER, 09.09. - 28.10.2006
Museu Nacional de Arte Antiga Lisboa I 2005, 2005
Ed.: 3/6
C-Print
252,4 x 205 cm
Em 2005 o CCB convidou a fotógrafa alemã Candida Höfer a visitar Portugal, para fotografar interiores de monumentos e edifícios públicos e privados portugueses.
As visitas decorreram entre Outubro de 2005 e Julho de 2006, e o resultado foi a série Portugal, que inclui cerca de 70 fotografias inéditas de grande formato com imagens dos interiores do Panteão Nacional, Mosteiro dos Jerónimos, Convento de Mafra, Sociedade de Geografia, Biblioteca Nacional, Palácio de Belém, Biblioteca e Palácio Nacional da Ajuda, Fundação de Serralves, Casa da Música, Coliseu do Porto e Biblioteca da Universidade de Coimbra, entre outros.
Candida Höfer elegeu o espaço como tema central da sua obra, 'espaços onde, apesar de ausente, o Homem marca presença constante através dos vestígios que deixou e estruturas que criou', como se lê no catálogo do CCB.
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Os novos brinquedos do Tózinho | ![]() |
ruy
disse...
Kaos, como sabes não posso deixar de elogiar os teus "bonecos".
Muitas vezes faço uso deles no classepolitica. Permito-me fazer uma
sugestão. O Costa, bebé chorão, de fraldas e tudo, a brincar com os
carros da polícia municipal, dos bombeiros,...
Abraço.
ruy
O amigo ruy, do blog “classe
politica”, deixou-me este comentário, numa altura em que
o governo anda todo pelo Parlamento Europeu e o PSD e CDS
aproveitam o “desastre” das eleições de Lisboa para fazerem as suas
guerrinhas internas. Perante o facto de estar de férias e sem muita
paciência para aturar patetices de irracionais políticos, foi com
grande satisfação que agarrei a sua ideia para um boneco. Como
disse estou de férias e isso faz com que esteja longe do meu
computador e da banda larga. À minha frente um pequeno portátil,
com um pequeno ecran de 12 polegadas sem grandes
possibilidades gráficas, aliada à lentidão da net que aqui tenho,
tornam tudo muito difícil e moroso, como já devem ter notado pela
falta de respostas aos comentários e uma menor qualidade nas
imagens. Por isso este boneco não é bem o que o ruy pediu, mas uma
aproximação. Sem tempo (e muitas vezes paciência), para encontrar
as imagens desejadas para “trabalhar”, tenho de utilizar o que
aparece. Aproveito este post para deixar aqui um
abraço a todos.
Contribuição para o Echelon:
Kwajalein, LHI
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Resumos do Segredo | ![]() |
- O Grande Segredo da Vida é a lei da atração.
- A lei da atração diz que semelhante atrai semelhante; portanto, quando você tem um pensamento, você também está atraindo pensamentos semelhantes para si.
- Os pensamentos são magnéticos e têm uma freqüência. Quando você pensa, os pensamentos são emitidos no Universo e magneticamente atraem todas as coisas semelhantes que estão na mesma freqüência. Tudo o que é emitido volta para a fonte - você.
- Você é como uma torre de transmissão humana, transmitindo uma freqüência com os seus pensamentos. Se quiser mudar qualquer coisa em sua vida, mude a freqüência mudando seus pensamentos.
- Seus pensamentos atuais estão criando sua vida futura. Aquilo em que você mais pensa ou se concentra se manifestará como a sua vida.
- Seus pensamentos se transformam em coisas.
- A lei da atração é uma lei da natureza. Ela é tão imparcial quanto a lei da gravidade.
- Nada se pode introduzir na sua experiência a menos que você o peça por meio de pensamentos duradouros.
- A fim de saber o que você está pensando, pergunte a si mesmo como está se sentindo. As emoções são ferramentas valiosas que nos dizem instantaneamente o que estamos pensando.
- É impossível sentir-se mal e ao mesmo tempo ter bons pensamentos.
- Seus pensamentos determinam sua freqüência, e seus sentimentos lhe dizem de imediato em que freqüência você está. Quando se sente mal, você está na freqüência em que atrai mais coisas ruins. Quando se sente bem, está poderosamente atraindo para si mais coisas boas.
- Modificadores do Segredo, tais como lembranças agradáveis, a natureza ou sua música predileta, podem mudar seus sentimentos e sua freqüência num instante.
- O sentimento de amor é a freqüência mais alta que você pode emitir. Quanto maior o amor que você sente e emite, maior o poder que você utiliza.
- Como o gênio de Aladim, a lei da atração atende a todos os nossos pedidos.
- O Processo Criativo ajuda a criar o que você quer em três passos simples: peça, acredite e receba.
- Pedir ao Universo o que você quer é a oportunidade de ter clareza quanto ao que quer. Quando ficar claro em sua mente, você terá pedido.
- Acreditar implica em agir, falar e pensar como se já tivesse recebido o que pediu. Quando você emite a freqüência de ter recebido, a lei de atração move pessoas, acontecimentos e situações para que você os receba.
- Receber implica sentir como será assim que seu desejo se manifestar. Sentir-se bem agora o coloca na freqüência do que você quer.
- Para perder peso, não se concentre em "perder peso". Em vez disso, concentre-se em seu peso ideal. Sinta o seu peso ideal, e você o atrairá para si.
- O Universo não precisa de tempo para produzir o que você quer. É tão fácil produzir um dólar quanto um milhão de dólares.
- Começar com algo pequeno, como uma xícara de café ou uma vaga de estacionamento, é uma forma simples de experimentar a lei de atração em ação. Projete poderosamente atrair algo pequeno. Ao experimentar o poder que tem de atrair, você irá passar a criar coisas muito maiores.
- Crie seu dia com antecedência pensando no modo como você quer que ele seja, e estará criando sua vida intencionalmente.
- A expectativa é uma força de atração poderosa. Espere as coisas que você quer, e não espere as coisas que não quer.
- A gratidão é um processo poderoso de transformar sua energia e conquistar para sua vida mais do que você quer. Agradeça pelo que já tem, e irá atrair ainda mais coisas boas.
- Agradecer antecipadamente por aquilo que quer turbina seus desejos e envia ao Universo um sinal mais poderoso.
- Visualização é o processo de criar na mente imagens de você mesmo desfrutando o que quer. Quando você visualiza, gera pensamentos e sensações poderosas de já ter. A lei da atração então devolve essa realidade a você, assim como a viu na sua mente.
- Para usar a lei da atração em seu benefício, transforme-a num modo de vida, não em um acontecimento isolado.
- Ao final de cada dia, antes de dormir, repasse os acontecimentos daquele dia. Se algo não se passou como você queria, repita-o em sua mente da forma como gostaria que tivesse sido.
- Para atrair dinheiro, se concentre na prosperidade. É impossível atrair mais dinheiro para sua vida quando você se concentra na falta dele.
- É útil soltar sua imaginação e fingir que já tem o dinheiro que quer. Brinque de ter prosperidade e se sentirá melhor em relação ao dinheiro; quando se sentir melhor com isso, mais irá fluir para sua vida.
- Sentir-se feliz agora é a forma mais rápida de atrair dinheiro para sua vida.
- Comprometa-se a olhar para tudo de que gosta e dizer a si mesmo: "Eu dou conta. Eu posso comprar aquilo". Você irá mudar sua forma de pensar e começará a se sentir melhor em relação ao dinheiro.
- Dê dinheiro, de modo a atrair mais para sua vida. Quando você é generoso com o dinheiro e se sente bem em partilhá-lo, está dizendo: "Eu tenho muito".
- Visualize cheques em sua caixa de correio.
- Faça a balança de seus pensamentos pender para a riqueza. Pense rico.
- Quando quiser atrair um relacionamento, tenha a certeza de que seus pensamentos, palavras, ações e ambientes não contradigam seus desejos.
- Sua missão é você. Sem que primeiro alcance a plenitude, você não terá nada para dar a ninguém.
- Trate a si mesmo com amor e respeito, e irá atrair pessoas que demonstram amor e respeito.
- Quando se sente mal consigo mesmo, você bloqueia o amor e atrai mais pessoas e situações que continuarão fazendo com que se sinta mal consigo mesmo.
- Concentre-se nas qualidades que adora em si e a lei da atração irá mostrar mais coisas grandiosas sobre você.
- Para fazer um relacionamento dar certo, concentre-se naquilo que aprecia no outro, e não em suas queixas. Quando você se concentra nos pontos fortes, consegue mais do mesmo.
- O efeito placebo é um exemplo da lei da atração em ação. Quando um paciente acredita de fato que o comprimido é uma cura, recebe aquilo em que acredita e acaba curado.
- A concentração na saúde perfeita é algo que podemos fazer dentro de nós, a despeito do que possa estar acontecendo no exterior.
- O riso atrai a alegria, elimina a negatividade e leva a curas milagrosas.
- A doença é retida no corpo pelo pensamento, pela observação da doença e pela atenção dada a ela. Se está se sentindo indisposto, não fale nisso - exceto se quiser intensificar o mal-estar. Se ouvir as pessoas falarem sobre doenças, irá acrescentar energia a estas. Em vez disso, mude a conversa para coisas boas, e dedique pensamentos poderosos à visão daquelas mesmas pessoas com saúde.
- As crenças sobre envelhecimento estão todas em nossa mente, portanto, afaste estes pensamentos de sua consciência. Concentre-se na saúde e na eterna juventude.
- Não dê ouvidos às mensagens da sociedade sobre doenças e envelhecimento. As mensagens negativas não servem para você.
- Você atrai aquilo a que resiste, por estar intensamente concentrado nele com emoção. Para mudar alguma coisa, volte para si mesmo e emita um novo sinal com seus pensamentos e sentimentos.
- Você não pode ajudar o mundo pela concentração nas coisas negativas. Enquanto se concentra nos acontecimentos mundiais negativos, além de reforçá-los, também introduz mais coisas negativas em sua própria vida.
- Em vez de se concentrar nos problemas do mundo, dedique sua atenção e energia à confiança, ao amor, à abundância, à educação e à paz.
- Nunca ficaremos desabastecidos de coisas boas, porque elas são mais do que suficientes para todos. A vida visa à abundância.
- Por meio de seus pensamentos e sentimentos, você tem a capacidade de explorar o manancial ilimitado e trazê-lo para sua experiência.
- Louve e abençoe tudo no mundo e você dissolverá a negatividade e a desavença, e se alinhará com a mais alta freqüência - o amor.
- Tudo é energia. Você é um imã de energia, portanto energiza eletricamente tudo para você e se energiza eletricamente para tudo o que deseja.
- Você é um ser espiritual. Você é energia, e a energia não pode ser criada nem destruída - ela apenas muda de forma. Portanto a pura essência de você sempre foi e sempre será.
- O Universo emerge do pensamento. Somos os criadores não só de nosso destino, mas também do Universo.
- Encontra-se a seu dispor um acervo ilimitado de idéias. Todo o conhecimento, todas as descobertas e invenções estão na mente Universal como possibilidades, à espera de que a mente humana venha buscá-las. Tudo está contido em sua consciência.
- Todos nós estamos conectados e todos somos Um.
- Livre-se das dificuldades de seu passado, dos códigos culturais e das crenças sociais. Só você pode criar a vida que merece.
- Um atalho para a manifestação dos desejos é visualizar como fato absoluto aquilo que se deseja.
- Seu poder está em seus pensamentos, portanto, esteja consciente, ou seja, "lembre-se de lembrar."
- Você precisa preencher o quadro-negro de sua vida com o que deseja.
- Tudo que precisa fazer é sentir-se bem agora.
- Quanto mais usar o poder que tem dentro de si, mais poder irá atrair por seu intermédio.
- O momento de assumir sua magnificência é agora.
- Estamos no meio de uma era gloriosa. Quando pararmos de limitar nossos pensamentos, iremos vivenciar a verdadeira magnificência da humanidade, em cada área da criação.
- Faça o que você ama. Se não souber o que lhe traz satisfação, pergunte: "Qual é minha alegria?" Quando se comprometer com ela, irá atrair uma avalanche de coisas alegres, porque estará irradiando alegria.
- Agora que você aprendeu o conhecimento do Segredo, fica a seu critério o que fará com ele. O que escolher será correto. O poder é todo seu.
Fonte: O Segredo

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o 14 de Julho (218 anos depois) | ![]() |
Ontem, 14 de Julho, foi o dia nacional de
França, o dia da queda da Bastilha, marco importante na Revolução
Francesa. Uma Revolução popular e burguesa contra a aristocracia e
que fez saltar a tampa à Maria Antonieta. Vi imagens da
comemoração, com um Sarkozy satisfeitíssimo e um Sócrates todo ele
sorrisos. Fui ouvindo sons desgarrados, como haver por ali
portugueses a desfilar na parada e também a transportar a bandeira.
O Sócrates derretia-se em palavras de apoio ao Sarkozy e de como
estavam tão próximos em ideias e estratégias um do outro. Só rosas
sem espinhos nem espinhas. Assustou-me ver o Sócrates, um dito
socialista, tão “apaixonado” por uma personagem tão sombria e que
considero do mais sinistro que apareceu na politica dos últimos
anos. Um ser perigoso e que não me inspira qualquer confiança.
Sabendo do golpe que se trama para a imposição da constituição, agora apelidada
de tratado, e do que isso representa para o fim da democracia e
inevitavelmente para a liberdade tenho de me sentir horrorizado.
Senti um vómito ao ver aquelas imagens e uma vergonha enorme em ver
o Primeiro-ministro do meu país tão satisfeito por participar e
estar no centro disto tudo. Vêm aí outra vez as Marias Antonietas,
mas desta vez com cabeças bem mais feias e sujas. Fecha-se o
círculo.
Contribuição para o Echelon: Kwajalein,
LHI
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transcomunicação | ![]() |
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Teste | ![]() |







