Ocorrências de fotos
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Novidades MCA!! | ![]() |
Colégio Estatal ou Colégio da Barra?
Pelo contrário, outras revistas de imprensa dizem que o Colégio da Barra vai continuar a ser o cenário da série. Vamos esperar para ver!
Inês Jindrich com novo look

Inês Jindrich com o seu novo look
Moranguitos dão a sua voz a Ratatui
O filme de animação estreia na próxima Quarta-feira, dia 15 de Agosto, e conta entre outros com as vozes de Tiago Felizardo ('Manel'), Pedro Caeiro ('Rui'), Pedro Górgia ('Prof. Paulo') e Carlos Freixo ('Francisco'). A não perder, na versão dobrada claro!
O CD/DVD dos 4 Taste no Campo Pequeno já está à venda. Não podes perder este fantástico e bombástico DVD. O CD contém 14 faixas, com 3 inéditos: "Chiclete", "Sol da Caparica" e "Sorrir". O alinhamento do CD é este:
1. Desta vez eu não te vou perdoar
2. É um sonho tão real
3. Mas talvez…
4. És quem eu quero
5. Nunca mais dizer nunca
6. Sol da Caparica
7. Leva-me assim
8. A tua vez de brilhar
9. Só tu podes alcançar
10. Eu não quero Olhar (p’ra trás)
11. Sempre que te vejo (sinto um desejo)
12. P’ra te ter
13. Chiclete
14. We can start over
E ainda com o inédito "Sorrir", a música da campanha "Vencer Barreiras".
O DVD inclui o fantástico concerto dos 4 Taste no Campo Pequeno, do dia 2 de Fevereiro. Inclui ainda fotos, videos, extras e muito mais!! Não podes perder!!
Spot's publicitários do CD/DVD dos 4 Taste no Campo Pequeno
E os 4Taste ainda agradeceram ao site mais cool sobre os 4 Taste!! O http://www.4taste4ever.cjb.net/ . Que fazem um excelente trabalho! Uma pequena homenagem bem merecida :D
MorangosComAçúcar FreeFotolog
O nosso Free está em grande!! Tens mesmo de passar por lá!! Passa por lá, comenta, e se quiseres podes pedir para postar-mos uma foto do teu moranguito preferido!
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Secantes e tangentes | ![]() |
- A edição de 9 de Agosto do “Defesa de Espinho” preenche as páginas 2 e 3 com texto e fotos alertando para a falta de limpeza de algumas ruas, passeios e valetas do concelho. Não é de estranhar o desleixo. Pelo conteúdo das restantes páginas daquela edição, parece que o pessoal está mais interessado em festas e futebol. E, como o dia tem 24 horas, não se pode fazer tudo, não é Zé Mota?
- Edward McMillan-Scott, vice-presidente do Parlamento Europeu, apelou ao boicote dos atletas britânicos aos Olímpicos de Beijing.
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Barcelona, Portugal, Salvia e outros delírios absolutos em semelhança | ![]() |


Viajar é estranho. Entrei num avião e, passada uma hora, estou do outro lado, 1500 quilómetros mais longe: outro ar, outra gente, outra cidade infinitamente maior e mais urbana. Fez-me bem ver o avião a levantar, a sobrevoar a cidade em que vivo e a afastar-se deixando para trás problemas, traições – a falsidade com que me encheram os olhos durante tanto tempo. ZUUMMMMMMMM – lá ia eu a caminho de algo diferente. Movido pelo incessante egoísmo que fecha os olhos das pessoas omito da parte inicial deste relato Jesus Rodriguez, meu companheiro de viagem. Enfrentou muito melhor o pânico inicial do voo: eu agarrei-me firmemente à cadeira na esperança de que ela amparasse a minha queda. Jesus já aparece novamente um pouco mais longe neste relato.
No aeroporto tivemos o nosso primeiro desaire: uma máquina telefónica manhosa comeu-nos a pasta com que iríamos ligar para Jone… Digo-vos, as cabines de “lá” são ainda mais manhosas do que as de cá. Parecem blindadas e têm um insaciável apetite. Jesus e o seu magnífico telemóvel ligaram e recebemos as nossas coordenadas: Entrar no bus, ir sempre e sair em Urgell; ele estaria lá à nossa espera. Primeiras impressões: bem, essas foram tiradas do ar e aquilo que vi foi uma cidade enorme atravessada por avenidas e perpendiculares; mar, muito mar; carros formigas a mexerem-se pelas ruas; um sol enorme e brilhante. Boas vibrações. Em terra foi o atravessar o trânsito num veículo com ar condicionado: túneis, motas, carros, tráfego a meio da tarde; vias rápidas, sinais em catalão; paragem súbita numa via elevada; conversas em francês e inglês e línguas bizarras e impronunciáveis; dois portugueses a olhar para tudo e a estabelecer o plano de jogo. Lá fora a vida dos “nativos” decorre normalmente entre bicicletas e motas e um delírio apressado pós siesta. Bom!

Reencontro. A casa é perto e precisamos de comprar comida. A comida nem é assim muito cara. Deixamos as coisas em casa e vamos comprar… assim lá para os lados do MACBA. Passear pela cidade à tarde. Ramblas, turistas, nativos, estranhos e estrangeiros; um cota de cerca sessenta anos vestindo unicamente uma daquelas palas verdes que usaria um notário americanos nos anos ’20 e um piercing enorme e refulgente na ponta da gaita a passear, a aproveitar o sol de fim de tarde para escurecer mais a sua t-shirt e calção tatuados… Estranho, mas faz todo o sentido. Niña’ guapa’ que olham e fixam o olhar e sorriem porque é belo sorrir e está calor e respira-se sexualidade no ar. Bom! somos jovens, para quê recear o julgamento? Homens estátua e estátuas de homens, gatos gigantes, olho para trás para ver melhor a rapariga que acaba de passar (e não, não és tu; aquela que eu procuro e secretamente gostava de ter aqui para partilhar da minha loucura contida) e que olhou para mim como quem não me via, mas eu sei que ela me viu pela forma como desviou o olhar, pracinhas pequenas e arejadas… árvores e sombras providenciais. Na Plaza Reial uma fonte, frescura, turistas em delírios fotográficos e eu e Jesus (perdoe-se a piada, mas estava mesmo bem acompanhado!), fugimos do ajuntamento deixando para trás a homenagem a Garibaldi e as palmeiras e a frescura da fonte.

Há muita coisa de que eu não vou falar. Talvez tenha chegado a
idade em que prefiro guardar dentro de mim o que vejo penso e faço
porque é demasiado real para transmitir aos outros. Mas vou
escrever aqui as únicas linhas que escrevi em Barcelona, apesar de
toda a minha boa vontade. Vou só explicar o que tinha acontecido no
dia anterior: tínhamos ido visitar a Gracia, eu, Jesus, Jone e sua
senhora. Quando vínhamos embora encontramos uma loja que estava em
liquidação do stock de líquidos; enquanto eles se apaixonaram por
vinho e cava eu vi do lado direito de quem entrava na penumbra
várias garrafas de rum branco que diziam “Don Sorel” a 3 euros. Um
sorriso iluminou-me a face! Após uma noite em que o rum deu cabo de
mim depois de eu lhe ter esvaziado o corpo foram poucas as memórias
"concretas" que restaram. Lembro-me de um bar manhoso e livre e
barato numa casa ocupada, lembro-me também de andar pelas ruas
descalço, cheio de calor a dizer coisas - ou a gritar, as versões
variam. Acima de tudo precisava de um duche frio para aclarar as
ideias. Ganzas e ganzas na praça do MACBA, cerveza/bier gelada, o
primeiro gole entornado no chão para os amigos que não estão, ou se
calhar não foi lá… Quando voltamos a casa sentei-me no sofá. No dia
seguinte, domingo, dei por mim aterrado na sala, sem saber onde
estava quando abri os olhos. Só reconheci e me recordei do que se
passava e onde tudo se passava por causa dos cheiros, dos ruídos.
Tentei ir para o quarto onde era suposto dormir, mas o meu fígado
mal-tratado tinha outras ideias. Ainda para mais a vizinha fritava
peixe e alguém de casa fritava carne… Os cheiros deixavam-me
completamente nauseado. Passei grande parte da manhã a correr da
cama, a evitar calcar Jesus que dormia na paz dos santos no chão do
quarto e a enfiar a cabeça dentro da sanita para tirar de mim o que
quer que estivesse a mais. Alminhas! Apesar de tudo, continuo a
dizer que devia ter comprado duas garrafas daquele álcool açucarado
– era um bom preço.
Portanto, é domingo, 19h40 minutos hora de Barcelona e estamos no
Parc da Ciutadela a descansar, a respirar, a fumar umas brocas e a
ver o que se passa.
“Avenidas ordenadas de árvores de todas as espécies, turistas,
turistas e nativos circenses, pessoal a fazer ganzas discretamente
enquanto os Mossos passam, música de todos os lados, pássaros
verdes vindos de um qualquer deliro sul-americano, uma roda de
capoeira, mulheres lindíssimas. Uma ressaca de rum monstruosa a
pesar-me na cabeça e 5 dias passados em Barcelona. La vida loca
(perdoem a citação de Ricky Martin, mas estava muito ressacado). No
aeroporto nada fazia crer que fosse assim. Eu e Jesus saímos do
avião suados e atrasados uma hora. Milhares de turistas de todos os
tipos: “bifes” com camisolas de futebol, nórdicos já vermelhos e
mal saíram do avião, alemãs grandes com cara de quem te esmaga a
cabeça se não lhes deres o prazer suficiente na altura do orgasmo…
não interessa.”
Foi isto tudo o que escrevi. Não havia tempo: tinha tanto para ver,
tanto para esquecer. Além do mais, para meter Barcelona dentro de
palavras teria de fazer uma enumeração enorme que iria desde o
Bairro Gótico a Barceloneta, passaria pela Plaza Tripi (ou Plaza
George Orwell, calmamente videovigilada), daria uma volta pelas
praias, Champanharia (ai, que grande paulada de Cava e tapas),
Ramblas, Raval e Donnër Raval (reconhecido internacionalmente),
noites compridas e rápidas, duas turistas inglesas, uma alta e
cheia de pinta a outra uma porquinha pequenina, com medo de serem
violadas por um Paquistanês mal-intencionado e de olhar homicida
que as seguia – correm na tua direcção com as suas mini-saias e
maquilhagem e recusam a tua ajuda por receio que sejas um português
sádico que lhe vá levantar as saias no átrio do hotel para as
possuir à força no elevador (não fui eu que disse isto), Bairro da
Inês, cheiro a absinto e putas baratas que te agarram e tentam
convencer à força de que tens força na verga apesar de todo o
álcool, turistas, agressões entre gritos e garrafas partidas,
transsexuais encostados perto dos hóteis fixes e ingleses bêbedos
que se enganam até ao momento em que metem a mão e lhes gritam
“SURPRESA!”… Chavalos e chavalas a ler o Harry Potter e a chorar
com a morte do herói… JK Rowling, os meus parabéns por teres
ascendido de escrava de um ressacas a escravizadora de imaginações.
Brutal.

Morreria de falta de ar antes de conseguir acabar esta enumeração,
o que por si não diria nada ou talvez tudo sobre a cidade…

(No meio de toda esta grandeza libertadora, no
vórtice do anonimato e apesar de todas as palavras que me enchiam a
boca de libido, eras tu quem eu via nos suaves corpos com que me
cruzava. Eram as pistas que me reconduziram a ti que eu procurava.
Porque "nem sempre me incendeiam o acordar das ervas e a estrela
despenhada de sua órbita viva. - Porém, tu sempre me
incendeias".)
Ainda tive oportunidade de ver um ensaio de algo definido como
chill-out psicadélico: cítara, guitarra e percussão… Catita! Jone
tem sorte com a casa que encontrou. Agora só precisa de uma casa
para dar largas ao desespero de quem quer viver tudo.
Ainda não compreendi muito bem o que me aconteceu por lá, mas algo
aconteceu. Algo de importante. Isso só se tornou totalmente
compreensível há bem pouco tempo, quando recebi uma mensagem para
aparecer no Piolho. Rever um amigo, beber umas cucas, falar um coto
na esplanada do 77. Nesta altura não fazia ideia de como a noite
iria acabar: no Jardim de Soares dos Reis, com uma gigantesca
paulada de salvia x20 e uma noite que arrefecia a cada momento que
passava.
Quando se sente a pele aspirada do corpo e o mundo todo a fundir-se
em sombras e luz que tomam forma num silêncio que sabes corrompido,
compreendes a unidade de tudo; a beleza individual de cada
partícula que compõe o universo visível e invisível que te rodeia e
a necessidade de todas as partículas para a criação de algo tão
belo como o mundo. É só saber aproveitar as coisas boas que este
tem para oferecer.
Portugal parece-me mais pequeno e tacanho desde que voltei… mas não
tem problema. Há sempre alguém a quem podemos ligar quando o mundo
se aperta à nossa volta, right baby? E podemos sempre dar a
fuga…
Gostaria de acrescentar aqui um abraço a Jesus porque me aturou
vários dias e ninguém sabe como eu como isso é difícil; a Jone e a
companheiros de casa pela hospitalidade; à sua senhora pelo jantar;
à minha senhora pela confiança e por ter esperado; ao mundo por ser
uma coisa bonita com a qual uma pessoa se consegue tornar mais
sábia.
josé de arimateia, numa paz relativa muito, mas muito agradável
PS- agradeço ao meu alter ego "quase." a cedência de todas as fotos deste post
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"Já cá moro" | ![]() |
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EXCLUSIVO: Nuno Távora poderá ser um dos próximos moranguito!!! | ![]() |
Não sabes quem é? Nuno Távora participou na telenovela "Tempo de Viver", interpretando o malvado Filipe, mas também participou em outras produções nacionais, tais como: O jogo, Olá Pai, Olhos de Água, Bons Vizinhos, Super Pai, Inspector Max, Dei-te Quase Tudo, Riscos e Médico Em Família!! Ainda não sabes quem é? As fotos vão esclarecer-te:
Ainda não sabes quem é? Resta aguardar até que os Morangos Com Açúcar Série V estreiem na estação de Queluz - TVI.
Mas este post ainda não acabou. Temos aqui o perfil dele só para ti! Imagina lá! Temos também algumas medidas dele! Já viste... até o podes medir!
DADOS BIOGRÁFICOS
Ocupação: Actor
Nascimento: 02/10/1976
Local de Nasc.: Santa Iria de Azóia
Signo: Balança
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteiro
Idiomas: Espanhol - Fluente, Inglês - bons conhecimentos, Francês - bons conhecimentos
Desportos: Natação, BTT, Jogging, Trekking, etc
Hobbies: Amigos, Fotografia, Música, Viagens, Cinema, Internet
DADOS PESSOAIS
Cor de Olhos: Castanhos
Cor de Cabelo: Castanhos
Altura: 1.79 m
Peso: 67 Kg
MEDIDAS
Casaco: 48/50
Camisa: 38
Calça: 38/40
Sapatos: 42
PREFERÊNCIAS
Livro: Sidharta - Hernam Hesse
Filme: Citizen Kane, The hustler
Estilista: Dolce & Gabbana
Actor: Johnny Deep, e muitos mais
Actriz: Glen Close, e muitos mais
Pintor: Caravaggio
Cor: Verde
Carro: um que seja ecológico
Viagem: Polinésia Francesa
Clube: Sporting
E ele é do Sporting. Peço desculpa aos Benfiquistas, Portistas e muito mais, mas.... VIVA AO SPORTING! eheh :)
Esperemos que tenhas gostado desta novidade. É um exclusivo do nosso blog :)
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Em breve | ![]() |
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Novidades/Breves! | ![]() |
O remake de "Vila Faia" vai contar com alguns ex-moranguitos, tais como João Catarré e Patrícia Candoso.
Os 4Taste vão lançar ainda esta semana, o CD/DVD dos 4 Taste no Campo Pequeno, conforme informações da Worten.
Fonte: http://www.4taste4ever.cjb.net/ / http://www.setbb.com/4taste4ever/
Mafalda Matos (Sofia) e Sylvie Dias (Marina) deram a cara num anúncio ao produto de banho da Herbal Essences. Video Brevemente! :)
Rodas Tu!
Todos os dias no Voçê na TV podes ganhar prémios com os Morangos Com Açúcar! Podes ganhar, Playstation Portateis (PSP), Ipod's, Nintendo Wii's, Portatéis, e figuração especial na tua série preferida! Vá, é só acordares um pouco mais cedo, e não ficares a dormir até à 1 da tarde! sim? eheh :D
Novas fotos no nosso FreeFotolog! => http://www.freefotolog.net/morangoPT
O nosso FreeFotolog está a bombar! Tens de passar por lá e deixar o teu comentário. Temos fotos novas todos os dias!!!! E se quiseres, podes pedir para postarmos uma foto do teu moranguito favorito. Vá passa por lá, não custa nada :)
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Fotos atuais de atrizes famosas | ![]() |
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Rescaldo dos últimos meses... | ![]() |

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Achas que sabes tudo sobre as personagens da Série de Verão? | ![]() |
Ah! E passa pelo nosso free! www.freefotolog.net/morangopt :)
Passa por lá e comenta! Temos fotos novas todos os dias ;D
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EXCLUSIVO: André Penteado poderá ser um dos próximos moranguitos | ![]() |
É este o perfil de um dos possiveis moranguitos! Não percas mais novidades ;)
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Diana Chaves e Sara Chaves na MaxMen: As Fotos! | ![]() |
E brevemente podem contar com as fotos da Ana Ferreira (Camila) na FHM!!
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SANTA EUFÉMIA EM MOVIMENTO... | ![]() |


Começaram já em bom
ritmo as obras no Campo de Santa Eufémia, que nos permitirão o
acesso ao tão ambicionado relvado sintético. Pelas fotos anexas, é
visivel a maquinaria pesada em serviço, desbastando e preparando a
envolvência do futuro complexo.![]() |
Para depois da morte | ![]() |

Fonte: Terra
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Viagens | ![]() |

É Verão, Agosto está a chegar, e isso significa férias para a maioria dos mortais.
'Eu sou daqueles' acusados de elitismo, que não fazem férias em Agosto, e que por detestarem o calorão e a multidão são chamados de todos os nomes, algures entre o lado político right-wing e o 'tem a mania que é bom'. Tenho a vantagem, creio, e para mal do meu ego, de não ser nenhum dos dois.
Uma amiga, que faz sempre uma 'mega viagem' anual, telefonou-me hoje a despedir-se, desta vez vai à Polónia, porque esgotou praticamente os roteiros não europeus. Após décadas de viagens, diz que a Europa é a sua 'reforma': o regresso a casa.
Comentava 'ela' que as 'pessoas' não viajam, que 'ficam no buraco' ou então que fazem férias de 'pacote', sem o país 'genuíno' e que o turismo é em regra o do hotel e piscina ou praia e copos.
Concordo com ela.
Creio no entanto, que a sua opção não é isenta de críticas, tal como a minha [que é ter trabalho e férias tudo ao mesmo tempo, e odiar fazer um mês de férias ou semanas de férias no mesmo sítio] também não.
Claro que não lhe disse nada: teimosa como é -- e como também sou, sei que ela não desistirá -- não vai ligar nenhuma pôr-se aos berros a dizer que eu não sei nada e ela é que sabe, e que viaja, e que é mais velha, e que 'sim'.
A opção 'dela' até agora tem sido a de ir a sítios exóticos, mas em vez de praia, visita ruínas, florestas, montanhas, e na China, por exemplo, claro que foi à muralha, mas o ponto alto foi ter andado de mochila às costas, pelas montanhas.
Na Guatemala, também fez loucuras montanhosas, no Laos, no Cambodja, em São Tomé não foi à praia mas às roças, na Índia prefere tudo o que não seja cidade, e fotografa muitos mercados, e meninos, e meninas, e velhinhos, e velhinhas, e coisinhas, e tralala. E assim faz em todo o lado.
A mania da mochila às costas e da frase 'eu não sou como os que vão para a praia' é o mudar para que tudo fique na mesma, sobretudo para quem acha -- como acha a minha amiga -- que isto dá uma visão abertíssima do mundo, e que só quem faz isto conhece o mundo.
Como se as viagens não fossem organizadas, como se não levasse guias, como se não tivesse guias, como se não tivesse limites culturais, linguísticos, sociais, políticos, naturais.
Nesta perspectiva, continuo a preferir aqueles que não viajam e que dizem nada saber ou querer saber. Não faço isso, mas assusta-me menos do que os me viajam 'muito' e acham que conhecem 'muito': os turistas que dizem que não são turistas, para quem as dificuldades são maravilhas, e acham ser pedagógico não tomar banho uns dias ou, de alguma forma, fazer 'sacrifícios', estilo lição de vida. Não há paciência.
O pacote pode não ser praia, mas não deixa de ser pacote.
É o pacote das grutas e das montanhas, do porco sujo e mau, dos álbuns de fotos 'fantásticas' para mostrar aos 'amigos', que se 'roem de inveja' e com os quais se partilha 'conhecimento' do povo, das tribos, dos locais. A foto do miúdo chinês pobre, que se ri para a foto do ocidental, que é turista e tem uma bela máquina. E assim se põe a foto do miúdo no álbum, da mesma forma que se põe creme no corpo que fica na piscina as férias todas. As férias são colecções de cromos.
Cada vez me convenço que conhecer implica viver, e viver fora de uma redoma, nos locais e com as pessoas, mas vários locais e várias pessoas, de vária extracção. Dir-me-ão que isso é impossível. E eu concordo.
Conhecer não tem nada a ver com férias...
...seja na praia ou na montanha.
O resto não é paisagem: ela é o todo.
























