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Ocorrências de brasil


Entrou por Camocim e Sobral


E quem diria? Juan Carlos Ramirez Abadia, o super-traficante, procurado por meio mundo veio se esconder no Brasil. E pior: entrou no Brasil pelo meu Ceará e pior ainda, pela minha Sobral!


Juan Carlos Ramirez Abadia teria chegado de veleiro à paradisíaca Camocim numa tarde de domingo (praias quase vazias) e teria se hospedado em uma excelente pousada de lá.


Depois teria ido de carro (1 hora e meia de carro) à Sobral e de lá teria fretado um avião para a Bahia. Ele e vários comparsas colombianos. Dispostos inclusive à matar qualquer um que tivesse em seus caminhos.
Facinho, facinho...



Lugar de bandido é no Grotão

O traficante e assassino colombiano Juan Abadia não poderia ter escolhido melhor:

- fugir para o Brasil e aqui se esconder é moleza, como todos nós sabemos (além disso, temos bons cirurgiões plásticos, de fama internacional);

- só foi pego, como ele próprio disse, com a ajuda da polícia norte-americana (claro, a nossa até hoje "não sabe" de onde veio o dinheiro do dossiê fajuto nas últimas eleições presidenciais).

No mais, desde quando milionários são incomodados por aqui? O Imposto de Renda desconfia é de você, assalariado.


Mídia malvada e neoliberal

Roberto Romano publica em seu blog e-mail recebido de um sujeito que se diz jornalista. O texto é uma preciosidade do "lulojornalismo". Demonstra que o autor nunca leu nada. Tomo a liberdade de reproduzir a peça, para que vocês também se divirtam:

Segundo o filósofo Roberto Romano, é natural que a imprensa se preocupe com um recorte, um foco da realidade. Entretanto, não são naturais os motivos que levam a essa escolha de enfoque sobre a realidade. A imprensa nunca foi tão partidária e ideológica no Brasil com está sendo nos últimos tempos. Como escreveu Karl Marx, ela é porta-voz da ideologia dominante de uma determinada época, ou seja, da ideologia capitalista e neoliberal.
Marilena Chauí, como sempre, foi feliz e bastante realista em sua análise do poder político-ideológico que os meios de comunicação representam e exercem na sociedade brasileira.
Caro Roberto Romano, a imprensa nunca foi, não é e jamais será neutra e imparcial. Basta fazer uma retrospectiva dos acontecimentos políticos e eleitorais que marcaram o país, desde a famigerada disputa presidencial de 1989, para comprovarmos a tese de que a mídia é um instrumento ideológico do poder dominante.
O governo Lula não representa a elite, mesmo que tenha formado alianças com setores dela. Entretanto, ela não controla diretamente o poder, fato que a incomoda e a leva, por meio de sua arma mais poderosa, a mídia, a atuar na direção de buscar resultados favoráveis através da tentativa de manipulação da opinião pública e, por conseguinte, da sociedade.
Enfim, é necessário ser crítico nessas horas, não é!?
Vilson Vieira Jr. - Jornalista!

De que escolinha de comunicação veio esse homem?

Ah, sim, o Observatório da Imprensa já abrigou artigo dele, inspirado em Bernardo Kucinski, stalinista-mor da ECA-USP e "leitor crítico" de jornais para Lula (será ainda?).


DICA CULTURAL ESTUPIDAMENTE SINCERA: O DONO DO MAR

José Sarney é uma das figuras mais detestáveis que existem. Mas acho que mesmo algumas de suas maracutaias perdem para os seus livros em uma avaliação de cretinice. Indicar apadrinhado para estatal é uma coisa. Mas escrever livros já é demais. O pior é que dão moral a ele. Saiu um filme baseado no seu livro “O Dono do Mar” . Filme ruim a gente entende. Mas filme ruim baseado em livro ruim de um escritor ruim eu já acho ofensa.

Não vi o filme. Mas sei que ele é ruim. Ele cheira desastre a léguas de distância. É uma novela “Pantanal” com uma duração menor e sem jibóias. Filmes assim, que tentam vender aquele Brasil brejeiro perdido em alguma página de “Gabriela”, são todos iguais:

-Clichê 1: todos os homens andam sem camisa e são grosseiros – é para incentivar as fantasias sexuais daquela garota que sonha em ser agarrada pelo Marcos Palmeira.
- Clichê 2: as mulheres andam descalças e usam vestidos de chita, daqueles com uma alcinha que sempre cai do ombro – é para alegrar a garotada que se excita até com visão de joelho.
- Clichê 3: todos trepam loucamente. E em diversos lugares: no rio, no lombo de um cavalo, na jangada e até embaixo do balcão da vendinha do vilarejo. Nós, brasileiros, somos assim: trepamos muito.
- Clichê 4: sim, nesses filmes tem sempre uma vendinha em um vilarejo. Ela é comandada por um ator velho, barrigudo, de bigodes e que fala “Óia, seu!” É a reserva de mercado do Lima Duarte e do Stênio Garcia.
- Clichê 5: 50% do filme é ocupado por clipes com cenas amplas de lugarejos turísticos. Essas cenas são armadas para o povo da Embratur elogiar o filme.

Se você vai mesmo assistir a essa joça, faça o seguinte: leve um acompanhante e faça, ali mesmom, nas poltronas, o mesmo que os atores fazem no filme. Ajuda a passr o tempo. Só não esqueça: use camisinha, não derrube a pipoca e manere nos gemidos para não acordar os outros.
Nota: 10 milhões - deve ser o valor da grana de incentivo federal gasto para filmar essa trolha.


Perguntas, perguntas e mais perguntas. Todas sem respostas pra nós brasileiros!

  • O que produzem os bancos?
  • Que produto vende mesmo um banco?
  • O que o Brasil ganha com esse lucro bilionário dos bancos?
  • E o Povo Brasileiro, o que se beneficia disso e dos bancos?
  • Quem dá um lucro tão absurdo quanto este do Bradesco e do Itau à eles (banqueiros)?

Alguem se habilita a responder??


"Vai sobrar pro morto"

O Escritrio de Investigações e Análises para a Segurança da Aviação Civil (sigla BEA, em francês), órgão do governo francês encarregado de investigar acidentes com aviões comerciais fabricados por empresas do país, divulgou nesta sexta-feira um comunicado criticando as especulações que circulam no Brasil sobre o acidente com o Airbus 320 da TAM em São Paulo.


"É um grave erro tentar tirar conclusões com base em informações parciais e não analisadas. Além disso, as tomadas prematuras de posições sobre as causas do acidente poderão comprometer a objetividade das investigações", diz o comunicado do BEA.



Ou seja, aqui no Brasil nenhuma autoridade, nem empresário, nem politico jamais foi ou será culpado e punido por acidente ou escandalo nenhum. Portanto: vai sobrar pro piloto morto.



Fonte: BBC


Cabide de emprego

Existe um ato administrativo na Infraero, em vigor desde 1º de junho, que limita o número de contratações especiais (salários de R$ 1.396,86 a R$ 11.700,73) a apenas 1% do total do quadro geral de funcionários.

Hoje são 10.660 nessa condição. 10.600! E mais, sem consurso publico.


Olha, pra resolver essa crise aerea, tem que mexer nas instituições, nos cargos, com as empresas aereas, nas Leis, etc... e não vai ser fácil, porque quem manda no Brasil são os poderosos, os grandes e a corrupção!!


Não somos todos idiotas!


Festa democrática. Ei, Lula: buuuuuuu!

Não tem partido, não tem ONG, não tem igreja, não tem sindicato. Nada. A manifestação contra Lula, organizada via Orkut, reuniu mais de 10 mil pessoas em São Paulo. São os verdadeiros marginalizados neste país que o lulismo gradativamente transforma em Grotão. Os governantes, os partidos e as igrejas não têm ouvidos para esses cidadãos que trababalham, pagam impostos e nada recebem em troca, senão pontapés e desprezo dos poderes.
Que isto sirva de reflexão para governantes, juízes, partidos e jornais. Não somos todos idiotas (pero que los hay, hay!). Existe um Brasil que ainda não foi morto nem corrompido pelo lulismo.
Observação: a Folhona fala em 2.000 pessoas no protesto. Acabará mesmo ganhando uma concessão de TV do governo...


Ricardo Teixeira revela bebedeira na Copa [2006]

É esse dirigente que deseja que a Copa de 2014 seja no Brasil? Fazendo afirmações absurdas como "era óbvio que aquilo não ia funcionar" e perguntas cretinas como "Como é que ninguém via isso?"
Ele não participou do planejamento da Copa de 2006?
H.
*
Dirigente ainda disparou contra Ronaldo e a comissão técnica de 2006
Festejos, salto alto e a má forma física dos atacantes brasileiros foram apontados como os principais motivos para o fracasso da Seleção na Copa de 2006. Porém, Ricardo Teixeira adicionou novos ingredientes à vergonha, além de reforçar as críticas sobre o peso de Ronaldo, revelando um fator grave: houve bebedeira. A informação foi divulgada pelo "Estado de S. Paulo" nesta quarta-feira.
- Tinha jogador que chegava entre 4h e 6h, bêbado - disse, em uma conversa que teve com Rui Rodrigues, representante da agência MPM, responsável pela organização da candidatura do Brasil para sediar a Copa de 2014.
Teixeira disparou contra o peso do Fenômeno, indicando que o ciclo do jogador de 30 anos na Seleção Brasileira está praticamente encerrado:
- Como um jogador pode chegar a uma Copa do Mundo com 98 kg? Eu tenho quase isso e não sou um atleta. Com quantos anos Ronaldo está hoje? Com quantos estará em 2010? Precisamos encontrar outro Ronaldo - atacou.
A preparação na cidade suíça de Weggis, marcada pela grande interferência do público nas atividades do grupo comandado por Carlos Alberto Parreira, foi outro alvo da metralhadora de denúncias disparada pelo dirigente.
- Era óbvio que aquilo não ia funcionar. Como é que ninguem via isso? - questionou o presidente da entidade que controla o futebol brasileiro.
Em seguida, o presidente exaltou a "coragem" do técnico Bernardinho ao cortar o levantador Ricardinho da Seleção Brasileira masculina de vôlei. O elogio soou em tom de contestação ao trabalho da comissão técnica de 2006, a quem o dirigente disse não ter apresentado comando e não ser firme, ainda que não tenha citado nomes.
Firmeza, inclusive, está intimamente ligada à disciplina, característica primordial para Teixeira e que vinha faltando na Seleção. Com isso, Dunga foi o escolhido de Teixeira para que o problema citado pelo dirigente seja corrigido.
- Por isso, o que preciso é de disciplina e esse é o papel de Dunga - confirmou.
Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) e chefe da delegação brasileira na Copa da Alemanha, afirmou desconhecer a bebedeira citada por Teixeira.
 
Fonte: LANCE!NET


A inveja grotense

O empresário Paulo Zottolo, presidente da Philips do Brasil e um dos organizadores do movimento apartidário Cansei, diz hoje em entrevista à Folha que não é menos brasileiro por ser rico. Está certo ele. O culto ao pobrismo do governo Lula tenta jogar pobres contra ricos e remediados. É coisa típica do neopopulismo latino-americano, isto é, da "idiotia latino-americana".

O brasileiro, em geral, acha que todo rico é ladrão. Tem raiva de quem tem pouco ou muito mais do que ele. Toda riqueza é "injusta", e o lucro é visto sempre como desonesto, produto de exploração. A ojeriza aos ricos gera outro preconceito: o antiamericanismo. Os EUA são ricos porque nós somos pobres. A culpa é deles, não nossa. Eterno coitadismo, que esconde nossa incompetência e nossa cultura invejosa e ressentida.

Cito trechos da entrevista:

O marasmo hoje é do cidadão brasileiro, não é do governo. Como cidadão brasileiro nós estamos aceitando uma tragédia atrás da outra e paramos de nos indignar. E por que paramos de nos indignar? Por que nós como brasileiros não ligamos para o próximo? Não é isso. É porque a sucessão de tragédias é tão grande que você passa de uma indignação para outra. Você passa do dólar na cueca para o buraco do metrô, para o acidente com o avião da Gol, para o acidente com outro avião, para uma notícia que você está voando no espaço aéreo com um buraco negro e que você pode bater com contrabandista, com bala na favela, com garoto sendo arrastado no cinto de segurança de um carro no Rio... Portanto, "Cansei".
(...)
Quando eu emito uma opinião dizendo "cansei de empresário corruptor" ou "cansei de bala perdida", não quero ser visto como elite branca ou elite branca de Campos do Jordão. Para que isso? Para que essa ofensa toda? Eu quero ser visto como brasileiro que chegou lá. Não preciso me sentir culpado porque eu sou rico. Não roubei ninguém. Não sei por que ainda se mantém essa distância entre a classe trabalhadora e a classe empresarial, como se fôssemos inimigos, e não somos. Essa é a diferença entre país e nação. O "Cansei" deveria ser um motivo de reflexão para tudo isso. (Para brasil/fc0208200714.htm">assinantes).


Reflexão

  • William Engdahl publicou no Asia Times um artigo muito interessante intitulado A grande fraude dos biocombustíveis. Pontos a reter: (1) quem mais lucra com os biocombustíveis são a ADM, a Cargill e David Rockefeller, os que maiores subsídios recebem do governo dos EUA - 13 cêntimos por litro de etanol, as multinacionais como a Monsanto, que vão vender mais herbicidas, e gigantes como a ExxonMobil, Chevron e BP que, esverdeando a sua imagem de amigas do ambiente, anunciam enormes investimentos nos biocombustíveis; (2) o número de destilarias que estão a ser construídas ultrapassa o total de refinarias de petróleo contruídas nos últimos 25 anos; (3) o etanol emite toxinas como o formaldeído e o acetaldeído, uma neurotoxina proibida na Califórnia por ser cancerígena, e é altamente corrosivo para as tubarias; (4) o etanol produz 30% menos energia por litro do que a gasolina; (5) o cultivo massivo dos biocombustíveis vai exigir o uso extensivo de mais fertilizante e mais água para rega; (6) com a corrida aos biocombustíveis, os níveis das reservas de segurança dos cereais caíram para 57 dias, os mais baixos  desde 1972, daí a subida de 100% nos preços dos cereais nos últimos 12 meses; (7) o cultivo de soja para biocombustível já causou a desflorestação de 21 milhões de hectares no Brasil e de 14 milhões de hectares na Argentina, processo que não revela sinais de parar; (8) "Controla o petróleo e contralas nações inteiras; controla a comida e controlas o povo", disse o secretário de estado Henry Kissinger em meados dos anos 70.


O histórico do Brasil em panamericanos

Ao contrário do que muitos pensam (eu inclusive), na História dos Jogos Panamericanos, o Brasil (na média), sempre ficou em uma posição de destaque no quadro final de medalhas. Confiram:



Fonte: Caixa Preta


Esperança eu tenho... Mas sei que não muda!

O Brasil é um lugar engraçado... Vejam bem: existe um governo instituído, suposta democracia, que deveria prover ao povo saúde, educação e segurança, pelo menos. Para isso, o governo precisa de dinheiro, que é coletado dos cidadãos através dos impostos. Até aí tudo bem... Então, 40% de tudo que eu ganho (e que você ganha também, acredite!) é coletado diariamente sob a desculpa de dar segurança à


Preconceitos seletivos

Tirar sarro das ruivas, pode?!

O assunto do dia no escritório foi o preconceito contra ruivos. Isso mesmo. Ao que tudo indica, os súditos da rainha Elizabeth adoram tirar sarro de quem nasceu com cabelo vermelho.

O fuzuê é tamanho que os principais jornais e revistas de língua inglesa publicaram algum artigo sobre o tema nessas duas últimas semanas. Parece non-sense, tanto que a revista online da BBC pergunta, em sua chamada, se encher o saco dos ruivos é preconceito ou brincadeira sem maiores conseqüências.

Pergunto: em tempos de politicamente correto, seriam os ruivos minoria oprimida, explorada e hostilizada? Gingerism, como é chamado em inglês o preconceito contra cabelo vermelho, gerou bocejos de indignação no escritório onde eu trabalho. Porém, foi trocar ruivo por negro, mulher ou hispânico (que no entender dos americanos é o imigrante que vem da América Central) que a coisa mudou de figura.

Ouvi murmúrios sobre os horrores da escravidão, sobre a opressão da mulher e a exploração gananciosa da mão-de-obra barata dos imigrantes ilegais. Tudo muito feio e condenável, mas tirar sarro de ruivo é pecado menor.

Pois é pecado menor até que se crie movimento social e legislação advogando o contrário. Essa discussão puxou outra sobre as ações afirmativas.

Eu contribuí com o debate dizendo que no Brasil o ingresso às universidades costumava ser universal, entretanto, o sistema de cotas tem sido adotado por várias instituições de ensino. Vi olhares intrigados. Quando falei que o atual governo montou uma secretaria especial para a integração racial, ouvi a seguinte colocação: "e eu que pensava que o problema do Brasil era a pobreza..."

Não cheguei a comentar que a responsável por essa nova secretaria disse que negro ter preconceito contra branco é compreensível. Não dá pra defender a pátria quando os passos tomados por quem governa estão orientados para trás.

Cada vez mais me parece que preconceito condenável é somente aquele contra os oprimidos clássicos, tais como os negros. Neste caso, o mal-estar dos ruivos em ser alvo de chacota é nada mais, nada menos do que motivo para mais chacota. Eu me pergunto, será que ninguém atenta para o ridículo de tudo isso?

Da querida "correspondente" do blog nos EUA, Débora Sanches (foto), com meus agradecimentos.


Nuno Pardal: “Estar em simultâneo em duas novelas que estão em exibição é um pouco esquizofrénico.”

Nuno Pardal sente-se dividido. Se num momento o actor português veste a pele do simpático cozinheiro da novela infantil da SIC ‘Chiquititas’, logo a seguir revê-se nos trajes do século XIX usados pelo aventureiro Estevão de ‘Paixões Proibidas’, a co-produção da RTP e da Bandeirantes ainda em exibição na televisão pública.

“É uma imagem totalmente diferente. Nem sei se as pessoas me vão reconhecer assim”, explica Nuno Pardal antes de assumir que “estar em simultâneo em duas novelas que estão em exibição é um pouco esquizofrénico”. Regressado do Brasil há menos de três semanas, Nuno Pardal mostra-se ansioso para ver como ficou o final de ‘Paixões Proibidas’ enquanto veste a pele de Lucas em ‘Chiquititas’: “Estou ansioso por ver isso.


Nuno Pardal, é o cozinheiro Lucas, do orfanato em Chiquititas
(Clica na imagem para ampliar)

No Brasil não tive tempo para ver a imagem final. Houve uma parte em que deixei de aparecer porque estava preso em Portugal, por isso não cheguei a ver as minhas cenas lá e agora estou à espera de ver o regresso do Estevão ao Brasil. Acho que vai ser engraçado ver duas imagens tão diferentes.” Definido-se como “um camaleão”, Nuno Pardal está também entusiasmado com o trabalho dirigido ao público infantil: “Faço teatro desde os 16 anos e, dos 17 aos 20, o que fiz foi teatro infantil.”

O actor teve apenas três dias para abandonar o personagem que fazia em ‘Paixões Proibidas’ e vestir a pele de Lucas em ‘Chiquititas’.
Fonte:CM
Autor:João C. Rodrigues

Nuno Pardal, participou em Morangos Com Açúcar na 1ª Série de Verão, em 2004, e interpretou o papel de Gui, em que trabalhava no aldeamento.

:)


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